Notícias
04.02.2013
Coleção Taxonômica do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva (DCBU) da UFSCar on-line
O acervo inclui espécimes de Hymenoptera parasitoides, em especial Braconidae e Ichneumonidae da fauna brasileira, identificados em nível de subfamílias e gêneros. São aproximadamente 200.000 espécimes preservados a seco, montados em alfinetes e mantas e em meio líquido. Há também 1.500 amostras que aguardam triagem e são mantidas em freezers. Hospedeiros de muitas espécies são incluídos na coleção.
Dora Canhos
31.01.2013
Herbário Joinvillea (JOI) on-line
O herbário Joinvillea foi criado em 2003 recebendo este nome em homenagem à cidade de Joinville e ao gênero Joinvillea, com o intuito de documentar a flora local, regional, estadual e de estados vizinhos. O Herbário JOI é integrado ao Jardim Botânico da UNIVILLE e vinculado aos cursos de Ciências Biológicas, Farmácia e Engenharia Ambiental. Possui um acervo de mais de 12.000 exsicatas em seu banco de dados, principalmente de plantas de Floresta Ombrófila Densa e Mista, Restinga e Manguezal. A coleção conta com representantes de Angiospermas, Gimnospermas, Pteridófitas, Briófitas e Líquens, sendo Angiospermas o maior grupo. As famílias botânicas mais representativas são: Asteraceae, Bromeliaceae, Fabaceae, Lauraceae, Melastomataceae, Myrtaceae, Orquidaceae e Rubiaceae.
Dora Canhos
30.01.2013
Herbário Leopoldo Krieger (CESJ) on-line
O Herbário Leopoldo Krieger (CESJ) foi fundado na década de 1940, por iniciativa dos padres Luiz Roth e Leopoldo Krieger. Em 1983 a coleção foi incorporada à Universidade Federal de Juiz de Fora. O acervo do Herbário CESJ reúne coleções de algas, fungos, briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas, além de carpoteca e xiloteca, com mais de 56.000 registros de plantas, principalmente da região da Zona da Mata de Minas Gerais.
Dora Canhos
08.01.2013
Herbário CPAP on-line
O Herbário CPAP foi fundado em 1984 pelos pesquisadores Arnildo Pott e Vali Pott. Ele pertence à Embrapa Pantanal. Trata-se de um herbário local e conta com exemplares coletados em todas as subdivisões das bacias hidrográficas que compõem o Pantanal. É uma das coleções mais representativas desse Bioma, com cerca de 25.000 espécimes. Também possui espécimes do Chaco, Cerrado sensu lato e de Florestas Estacionais Decíduas e Semidecíduas da parte não inundável da Borda Oeste do Pantanal.
Dora Canhos
03.01.2013
Coleção de Yersinia pestis (Fiocruz-CYP) on-line
A coleção é composta por 917 cepas de Yersinia pestis isoladas de casos humanos, de roedores e pulgas em diversos focos do Nordeste do Brasil na vigência de epidemias ou em períodos endêmicos durante as ações de vigilância da peste desde 1966. Além da importância histórica esta coleção é representativa da biodiversidade e do patrimônio genético e é utilizada em pesquisas e serviços. Cada cepa tem em média 3 tubos (subculturas). Não podemos estimar quantas estão viáveis. As culturas estão mantidas em tubos de gelose camada alta em geladeira no laboratório NB3 do CPqAM.
Dora Canhos
31.12.2012
Balanço 2012
A rede speciesLink fecha o ano com um total de 5.725.729 registros on-line, sendo 2.119.954 georreferenciados na origem (37%) e 2.039.684 georreferenciados por aplicativo (36%). A rede teve um crescimento de 17% no ano, o que equivale a um acréscimo de cerca de 836 mil novos registros. O repatriamento de dados do exterior cresceu 21% e reflete o apoio do programa Reflora ao INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos. O novo acervo repatriado é do Field Museum of Natural History e inclui várias amostras coletadas por naturalistas do século 19.
O número de coleções e subcoleções cresceu de 235 em 2011 para 293 em 2012.
Outro componente importante da rede são as imagens das amostras de herbário que passaram a integrar o INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos em 2011, também graças aos recursos do projeto Reflora. Fechamos o ano de 2011 com 9 herbários do país e 2 do exterior compartilhando mais de 72 mil imagens. Esses números em dezembro de 2012 são: 17 herbários do país e 2 do exterior que estão compartilhando cerca de 205 mil imagens.
Em relação à Lista de Espécies da Flora do Brasil, sistema desenvolvido e mantido pelo CRIA desde o seu início em 2009 sob a coordenação do JBRJ, fechamos o ano de 2012 com o registro de 49.223 nomes aceitos além de 50.603 sinônimos da flora brasileira na interface administrativa (fechada por determinação do JBRJ em dezembro de 2012). A lista de acesso público fecha o ano com 43.448 nomes validados e publicados na interface pública da lista com 5.133 imagens associadas aos vouchers citados.
O catálogo Moure de Abelhas foi atualizado em Junho de 2012, passando de 14,074 para 14,700 nomes publicados.
Em relação a ferramentas e aplicativos: (i) novas ferramentas foram integradas ao data cleaning, como a indicação da incompletude dos dados e a aplicação de um “buffer” de 1km na verificação da coordenada com o polígono do município; (ii) a arquitetura da rede foi modificada buscando melhorar a disponibilidade, confiabilidade, desempenho e balanceamento de carga de todo o sistema da rede; e, (iii) uma nova interface de busca foi desenvolvida que além de mapas, gráficos, inventários e download dos dados, permite ao usuário enviar seu comentário sobre um registro específico ao curador. Com isso esperamos que os usuários participem do processo de correção de possíveis erros ou de identificação de material.
Foi também lançado o sistema Lacunas (http://lacunas.inct.florabrasil.net), mais um produto do INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos, que tem por objetivo facilitar a identificação de lacunas de informação taxonômica e de distribuição geográfica sobre a flora do Brasil por especialistas.
Encontra-se em fase de teste o sistema INCT Biogeografia da Flora do Brasil com apoio do MCTI dentro do Sistema Nacional de Pesquisa em Biodiversidade (SisBiota), que tem por objetivo expandir o conhecimento sobre a biogeografia de cada espécie da Flora do Brasil através de dados de ocorrência disponíveis em herbários, da participação ativa de especialistas, e do uso de técnicas de modelagem de nicho ecológico. A interface pública está disponível no endereço http://biogeo.inct.florabrasil.net .
Esse é o resumo do balanço de 2012 em termos de dados e aplicativos on-line.
Dora Canhos
07.12.2012
Coleção de Fungos Patogênicos (Fiocruz-CFP) on-line
O acervo engloba aproximadamente mais de 300 isolados fúngicos agentes de micoses sistêmicas (gênero Cryptococcus, Histoplasma, Coccidioides), micoses oportunistas (gênero Candida, Aspergillus, Penicillium), micoses cutâneas e sub-cutâneas (gênero Sporothrix, Trichophyton, Trichosporon, Epidermophyton, Microsporum, Fusarium, Fonsecaea, Cladosporium, Exophiala, Malassezia) representando as espécies reconhecidas (patógenos humanos e animais).
Dora Canhos
27.11.2012
Coleção de artropodes vetores ápteros integrada à rede speciesLink
A Coleção de Artrópodes Vetores Ápteros de Importância em Saúde das Comunidades do Instituto Oswaldo Cruz (CAVAISC) possui cerca de 20 mil espécimes referentes aos carrapatos, ácaros, pulgas e piolhos. A Coleção Henrique Aragão possui grande relevância histórico-científica e também integra a CAVAISC.
Dora Canhos
26.11.2012
Nova coleção de peixes integrada à rede speciesLink
A Coleção de Peixes (NPM) do Núcleo em Ecologia e Desenvolvimento Sócio-Ambiental da Universidade Federal do Rio de Janeiro em Macaé possui cerca de 25.000 exemplares distribuídos em mais de 1.800 lotes, representando cerca de 450 espécies de peixes. Parte significativa da diversidade continental do Norte Fluminense e de águas profundas da Bacia de Campos está representada na coleção. A NPM também possui exemplares coletados em outras regiões do Brasil e em outros países da América, África, Ásia e Oceania, adquiridos através de permutas com instituições estrangeiras. A NPM é reconhecida na mais recente compilação de coleções ictiológicas da American Society of Ichthyologists and Herpetologists, bem como no "Catalog of Fishes".
Dora Canhos
22.11.2012
Herbário da Amazônia Meridional integrado à rede speciesLink
O HERBAM - Herbário da Amazônia Meridional da Universidade do Estado de Mato Grosso possui um acervo da flora da Amazônia Meridional que inclui o arco do desmatamento ou corredor de unidades de conservação. Possui 10 mil unidades de curadoria, hoje representando o maior acervo da amazônia matogrossense.
Dora Canhos
21.11.2012
Nova coleção integrada à rede speciesLink
O Orquidário do Laboratório de Biologia Molecular e Biossistemática de Plantas (LBMBP-USP) da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP-USP) conserva um importante acervo de orquídeas de diferentes partes do mundo, mas com ênfase nas espécies nativas do interior do estado de São Paulo. A coleção está voltada principalmente à manutenção das espécies que estão relacionadas aos projetos concluídos e em andamento no LBMBP-USP, que estão relacionados à sistemática, biologia floral e reprodutiva, anatomia e histoquímica e evolução dos sistemas de polinização e recursos florais de Orchidaceae, com ênfase em Oncidiinae, Stanhopeinae, alguns grupos de Laeliinae e subfamília Vanilloideae. Vanilloideae é uma das mais importantes subfamílias, pois inclui o gênero Vanilla, cujos frutos são usados na produção de vanilina. Além disso, recentemente o laboratório tem se dedicado à reprodução de espécies ameaçadas de extinção, principalmente no interior de São Paulo, com a finalidade de reintrodução em áreas que são potencialmente consideradas protegidas. Dessa forma, o Orquidário tem um papel fundamental para o meio acadêmico-científico, pois atua como um banco de DNA de espécies nativas e exóticas, além de ser uma fonte inestimável de espécimes para estudos morfológicos, anatômicos, histoquímicos, de biologia floral e reprodutiva.
Dora Canhos
14.11.2012
Nova interface de busca
Gostaríamos de anunciar o lançamento da nova interface de busca do INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos (http://inct.splink.org.br) e da rede speciesLink (http://www.splink.org.br). Cada usuário agora poderá customizar suas preferências, além de produzir inventários, gráficos e mapas com os resultados de sua busca. Ao invés de descrever a interface, solicitamos que ela seja testada. Se tiverem qualquer crítica ou comentário, por favor entrem em contato com o CRIA. Agradecemos ao CNPq pelo apoio que viabilizou esse desenvolvimento.
Dora Canhos
14.11.2012
Mudança na arquitetura da rede speciesLink
No início do mês efetivamos a troca do servidor da rede speciesLink, uma mudança que vem sendo preparada desde o início do ano. Buscando melhorar a disponibilidade, confiabilidade, desempenho e balanceamento de carga de todo o sistema da rede, foram adquiridos dois novos servidores para atuarem juntos como servidores principal e secundário. Em termos de software, foi adotada a replicação nativa do sistema de banco de dados PostgreSQL, presente a partir da versão 9.0 onde as alterações são permitidas somente no servidor principal e enviadas de forma assíncrona para o servidor secundário que aceita somente conexões e consultas que não modificam os dados.
A segurança na disponibilidade - propriedade que garante que a informação esteja sempre disponível para o uso - também foi melhorada. Usando essa arquitetura, se o servidor principal falhar, o servidor secundário passa a ser o servidor principal até que o problema seja resolvido. A rede também passa a ter um balanceamento de carga, técnica utilizada para distribuir carga de trabalho, onde todo o processamento que atualmente é feito em um único servidor passa a ser distribuído em dois, e no futuro até em mais servidores, caso seja necessário.
O desenvolvimento dessa nova arquitetura estava previsto para ser concluído até o final de 2012 e entrou em produção no início de novembro. Os trabalhos só foram possíveis graças ao apoio do CNPq ao INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos.
Alexandre Marino
14.11.2012
Novidades do DataCleaning
A verificação de municípios brasileiros está sendo feita de maneira diferente. Antes, se o ponto de coleta estava muito próximo do limite do município, o registro era apontado como suspeito. A ferramenta agora aplica um buffer de 1 km em torno de cada ponto de coleta tornando a verificação das coordenadas menos restrita. O aplicativo usa a base geográfica dos limites municipais do IBGE. Outras implementações da ferramenta data cleaning recém introduzidas são:
1. O aplicativo agora separa os registros de catálogo em branco dos demais números repetidos.
2. O aplicativo mostra uma nova inconsistência ou incompletude dos dados taxonômicos. Sempre que um campo hierárquico for preenchido, a ferramenta supõe que os campos hierarquicamente superiores não podem estar em branco. Por exemplo, o relatório DataCleaning agora mostra os registros que possuem o campo espécie preenchido e o campo gênero em branco.
3. O mesmo conceito se aplica à parte geográfica e o aplicativo passa a mostrar os registros com o campo município preenchido e o campo estado em brando.
Esses dois últimos aplicativos estão disponíveis na página do dataCleaning com o título de ‘outras inconsistências’ juntamente com as verificações já existentes na parte de dados taxonômicos e geográficos.
Lembramos que o DataCleaning é aplicado sempre que uma coleção atualiza os seus dados. Essas novas verificações dos dados somente entraram em operação no início de novembro de 2012.
Alexandre Marino
13.11.2012
Integração dos dados do acervo da Coleção de Fungos Entomopatogênicos do Laboratório de Biotecnologia Agrícola da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (CFEUnioeste)
A coleção possui 50 isolados de fungos pertencentes às espécies Beauveria bassiana, Metarhizium anisopliae, Isaria fumosorosea e Nomurae rileyi, sendo todos obtidos de solo ou de insetos, de diferentes regiões do Brasil.
Dora Canhos
08.11.2012
Integração dos dados do acervo OUPR - Herbário "Professor José Badini", Universidade Federal de Ouro Preto
No século XIX, foram implantados no estado de Minas Gerais os Herbários da Escola de Farmácia de Ouro Preto OUPR (1891) e o Herbário da Escola de Minas EM (1900). O Herbário Professor José Badini foi fundado em 1986, no Instituto de Ciências Exatas e Biológicas (ICEB), da Universidade Federal de Ouro Preto, onde foram incorporados os acervos dos Herbários da Escola de Farmácia, Herbário da Escola de Minas e Herbário Magalhães Gomes, mantendo o acrônimo OUPR. Dentre as coleções históricas importantes deste Herbário figuram as de Schwacke, Leonidas Damázio, Álvaro da Silveira, C. T. de Magalhães Gomes e seus irmãos, Ducke, Costa Sena, Alfredo T. Baeta Neves, Mello Barreto, Campos Porto, Loefgren, Jacinto Bruno de Godoy e Moacyr do Amaral Lisboa. O seu acervo atualmente é de aproximadamente 35.000 exsicatas, tanto da flora brasileira, como de espécies exóticas. Possui diversas espécies tipus descritas, principalmente, pelos botânicos Álvaro da Silveira, Leonidas Damázio, Schwacke, Moacyr do Amaral Lisboa e José Badini. Este patrimônio, que data de mais de um século, é sempre solicitado para consultas por diversas instituições e pesquisadores, do Brasil e do exterior, no desenvolvimento de pesquisas em taxonomia, florística, farmacologia, ecologia e outras ciências afins. Dentre as coleções atuais de maior importância em número de espécimes coletados merece destaque a do Prof. José Badini, que amostrou principalmente Ouro Preto e região. O acervo do Herbário Professor José Badini contempla principalmente a flora do Quadrilátero Ferrífero, principalmente de campos rupestres quartzíticos e ferruginosos (cangas), além de florestas (matas semideciduais e ciliares). O Herbário Professor José Badini é cadastrado junto à Rede Brasileira de Herbário e Index Herbariorum, o que contribui para a divulgação de seu acervo junto à comunidade científica, além de ser reconhecido como Fiel Depositário do Patrimônio Genético junto ao Ministério do Meio Ambiente (Deliberação no 61, D.O.U. 08/7/2004, seção 1, página 104).
Dora Canhos
05.11.2012
Integração dos dados do acervo HJ - Herbario Jataiense Prof. Germano Guarim Neto, Universidade Federal de Goiás
8.000 Espécimes de angiospermas, pteridófitas e gimnospermas coletadas principalmente no Bioma Cerrado do Planalto Central, Cuesta da Serra Caiapó, microrregiões do sudoeste de Goiás Relevância: pela primeira vez a área é coletada de forma sistemática. O acervo está aberto a empréstimos e permutas.
Dora Canhos
20.09.2012
Integração dos dados do acervo HUTO - Herbário da Universidade de Tocantins, Fundação Universidade de Tocantins
O Herbário da Fundação Universidade do Tocantins (UNITINS), foi criado em 2005 e está situado na cidade de Palmas, capital do estado do Tocantins. Desde 2006, o HUTO integra a Rede Brasileira de Herbários (RBH) ligada à Sociedade de Botânica do Brasil (SBB). Em 2011 o HUTO aderiu ao projeto INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos coordenado pela Universidade Federal de Pernambuco e financiado pelo CNPq.
Dora Canhos
24.08.2012
Integração dos dados do acervo HFSL - Herbário Dr. Ary Tupinambá Penna Pinheiro, Faculdade São Lucas, Porto Velho, Rondônia
O Herbário Dr. Ary Tupinambá Pena Pinheiro foi fundado no dia 18 de outubro de 2002. Está situado na sede da faculdade São Lucas, e conta atualmente com 5.664 espécimes da flora fanerogâmica, pertencentes à 127 famílias botânicas do sistema de Cronquist, havendo ainda, briófitas, fungos e pteridophytas. Atualmente o herbário ocupa uma área total com cerca de 53,62 m2 possui uma sala para o acervo e outra para a curadoria além de uma ante sala para manuseio de material e estufa.; O Herbário dispõe ainda de uma biblioteca com várias obras, Dicionário de Plantas, além de periódicos, livros e teses diversas.
Dora Canhos
13.08.2012
Integração dos dados do acervo SP-Bryophyta - Maria Eneyda P. Kauffman Fidalgo, Instituto de Botânica
A coleção de briófitas do Herbário SP é o maior herbário de briófitas do Brasil e atualmente conta com 90.000 amostras de briófitas. A amostragem é razoavelmente representativa de todos os estados e ecossistemas brasileiros e de outros 99 países. O número de exsicatas em briófitas normalmente não corresponde à amostra de uma espécie, pois inúmeras vezes existem várias espécies na mesma exsicata. É o segundo maior herbário dentre aqueles que estão no Brasil em número de tipos de briófitas.
Dora Canhos
30.07.2012
Integração dos dados do acervo Fiocruz-CHIOC -Coleção Helmintológica do Instituto Oswaldo Cruz
Atualmente o acervo da Coleção Helmintológica do Instituto Oswaldo Cruz (CHIOC), contém aproximadamente 37 mil amostras, que pode variar de um a centenas de espécimes por lote, é a maior da América Latina e está entre as maiores coleções de referência mundial. Seu acervo reúne helmintos de animais da fauna brasileira, representando a biodiversidade nos biomas da Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pantanal e Pampa, Urbano, Águas continentais e marinhas. Devido a doações de espécimes do estrangeiro há helmintos dos cinco continentes. Têm como objetivos manter um acervo para desenvolvimento de estudos taxonômicos, educação em ciência e divulgação cientifica de pesquisas, preservar o patrimônio genético de helmintos coletados de hospedeiros da fauna mundial depositados na CHIOC por pesquisadores do Brasil e do exterior, também contemplando outros grupos de invertebrados. O acervo é constituído por amostras que estão preservadas em material permanente entre lâmina e lamínula ou em frascos em meio líquido. Foi referida como coleção pela primeira vez por Faria e Travassos (1913). No inicio dos anos 80 a CHIOC foi citada no A Guide to the Parasite Collections of the World (Rego, 1982). Em 1991, tornou-se uma coleção institucional. Ela é fruto de trabalho de campo de Gomes de Faria e seu discípulo Lauro Pereira Travassos, além de depósitos realizados por pesquisadores da época, como Adolpho Lutz, Oswaldo Cruz, Gaspar Viana, entre outros. O seu acervo foi aumentando com a incorporação das coleções particulares e institucionais do final do século XIX e início do século XX (Noronha, 2004a, b). Ela foi registrada por Knoff et al. (2010) no Guide to Helminthological Collections of Latin America. Além da manutenção periódica e da modernização na estrutura básica organizacional e de preservação da CHIOC, a rotina da coleção envolve a complementação da informatização e treinamento do pessoal para que haja a divulgação e difusão das informações científicas do seu acervo à população, que vem se realizando através da confecção de catálogos impressos e online, material áudiovisual do seu histórico, e do atendimento direto ''in loco'' ou por e-mail, a alunos de cursos técnicos, de graduação, pós-graduação e pesquisadores científicos, que necessitam destas informações para suas pesquisas.
Dora Canhos
17.07.2012
Lacunas de conhecimento da Flora e dos Fungos
Comunicamos o lançamento do sistema Lacunas que tem por objetivo facilitar a identificação de lacunas de informação taxonômica e de distribuição geográfica da flora do Brasil por especialistas. O sistema está disponível no endereço http://lacunas.inct.florabrasil.net .
Dora Canhos
16.07.2012
Repatriação dos dados do Field Museum of Natural History, produto do projeto Reflora coordenado pelo INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos
Comunicamos a integração de 35.181 registros de amostras de Angiospermas, Briófitas, Pteridófitas, Fungos e Líquens coletados no Brasil. Trata-se de um acervo histórico de grande importância. Dos cerca de 16 mil registros com data de coleta, cerca de 75% são anteriores a 1971. Os principais coletores (com mais de 500 registros) são: A. F. M. Glaziou (2671), F. Sellow (2408), C. F. P. Martius (2038), R. Spruce (1851), A. Ducke (1475), G. Gardner (1457), J. S. Blanchet (1309), E. H. G. Ule (1292), A. F. C. P. de Saint-Hilaire (1270), J. B. E. Pohl (1201), L. Riedel (1065), B. A. Krukoff (662). As principais famílias, também com mais de 500 registros são: Erythroxylaceae (4302), Fabaceae (2892), Rubiaceae (2408), Myrtaceae (2001), Asteraceae (1754), Euphorbiaceae (1293), Melastomataceae (1251), Solanaceae (811), Apocynaceae (668), Lauraceae (598), Malpighiaceae (589), Asclepiadaceae (576), Bignoniaceae (546), Annonaceae (516).
Dora Canhos
29.05.2012
Integração dos dados das coleções biológicas da Universidade Federal do Mato Grosso
As seguintes coleções biológicas da Universidade Federal do Mato Grosso integraram os seus acervos à rede speciesLink:
CEMT - Setor de Entomologia da Coleção Zoológica da Universidade Federal de Mato Grosso
. A CEMT compreende a maior Coleção Entomológica seca do estado de Mato Grosso, iniciada como coleção regional nos anos 70, continua sendo uma coleção de escopo regional para a maior parte dos grupos de insetos. No entanto para os Coleópteros da superfamília Scarabaeoidea a coleção possui um acervo de escopo mundial e de grande tamanho (mais de 200 mil exemplares preparados e identificados e mais de 2.5 milhões de espécimes em fase de preparação).
A
Coleção de Invertebrados Aquáticos do Instituto de Biociências da UFMT
está disponibilizando os dados referentes ao Projeto Ecorregião Aquática Paraguai-Pantanal, com 1735 lotes (um total de 128.312 indivíduos). O acervo é composto por 762 lotes de Molusca com um total de 25.260 exemplares identificados em nível de espécie; 245 lotes de Odonata com 292 exemplares identificados em nível de gênero/morfoespécie; 203 lotes de Trichoptera com 3526 exemplares identificados em nível de gênero/morfoespécie; 119 lotes de Ephemeroptera com 16.637 identificados em nível de família; 17 lotes de Plecoptera com 424 indivíduos identificados em nível de família; 135 lotes de Coleoptera com 18.978 identificados em nível de família; 64 Hemiptera com 349 indivíduos identificados em nível de família; 11 lotes de Megaloptera com 27 indivíduos identificados em nível de família; 25 lotes de Lepdoptera com 394 indivíduos em nível de ordem e 154 lotes de Diptera 62.425 indivíduos identificados em nível de família e sub-família. A identificação de Molusca, Odonata e Trichoptera foram validadas por especialistas. Informações relacionadas à localização geeoreferenciada, data de coleta, esforço de captura, abundância e densidade e demais observações relacionadas a cada registro, bem como o shape file, podem ser obtidas sob consulta e autorização prévia.
CMUFMT - Coleção de Mamíferos da Universidade Federal de Mato Grosso
- O acervo conta com cerca de 4.000 exemplares de mamíferos, principalmente marsupiais, pequenos roedores e quirópteros, a maioria deles procedentes do Estado de Mato Grosso, Brasil.
COUFMT - Coleção de Ornitologia da Universidade Federal de Mato Grosso
. Iniciado em 1983 como coleção regional, o setor de Ornitologia da Coleção Zoológica da UFMT (SOCUFMT) hoje compreende a maior Coleção Ornitológica do estado de Mato Grosso. Continua sendo uma coleção de referencia da biodiversidade regional, entretanto possui coletas em estados vizinhos como Rondônia e Pará. Possui um acervo com 4.000 espécimes tombados e com mais 500 em fase de tombamento.
CPUFMT - Coleção de Peixes da Universidade Federal de Mato Grosso
- A coleção possui um grande acervo de peixes de água doce provenientes principalmente da bacia do Alto Paraguai (Pantanal) e das cabeceiras amazônicas do norte do Estado de Mato Grosso. A coleção possui mais de 45 das 71 famílias de peixes da região Neotropical. O acervo aumenta exponencialmente a cada ano.
UMFT-A - Coleção Zoológica da UFMT- Setor Herpetologia-Amphibia
é uma coleção regional, representada por mais de 13.000 espécimes de mais de 186 espécies. O setor de Herpetologia da Coleção Zoológica da UFMT (
Coleção Herpetologia-Reptilia, UFMT-R
), também é uma coleção regional, representada por mais de 10.000 espécimes de mais de 248 espécies. Ambas constituem um importante registro dos anfíbios e répteis de Mato Grosso. Ambas são heterogêneas e contêm espécimes de diferentes regiões do estado com amostras representativas dos biomas: Cerrado, Pantanal e Amazônia.
UFMT-CAP - Coleção de Artrópodes do Pantanal da Universidade Federal de Mato Grosso
. A coleção abriga um importante banco de dados de organismos da região do Pantanal - Myriapoda: mais que 2.000 espécimens, Arachnida: mais que 3.000 espécimens e Insecta: mais que 18.000 táxons em vários níveis taxonômicos (gênero e/ou espécie). Este acervo é resultado de 13 anos de intensos trabalhos de campo realizados pelos pesquisadores do Laboratório de Ecologia e Taxonomia de Artrópodes (LETA) em diferentes habitats do Pantanal de Mato Grosso.
Dora Canhos
24.05.2012
Integração dos dados dos acervos da Fundação Ezequiel Dias
As seguintes coleções científicas da Fundação Ezequiel Dias estão compartilhando seus dados na rede speciesLink:
Coleção de Aranhas
inicialmente contando com 601 espécimes tombadas e a
Coleção de Escorpiões
contando inicialmente com 52 espécimes tombados. Ambas têm como objetivo contribuir para o conhecimento da biodiversidade no Brasil, especialmente no Estado de Minas Gerais e possuir um acervo de referência em aranhas. O acervo atual está representado, principalmente, por espécimes de importância médica, coletados ou obtidos por meio de doações na região metropolitana de Belo Horizonte. Após a morte os animais são fixados em álcool 70%, identificados, tombados e incorporados na coleção.
A
Coleção de lâminas de grãos de pólen do Serviço de Recursos Vegetais e Opoterápicos (SRVO)
conta com 4600 lâminas de, aproximadamente, 1000 espécies de plantas, distribuídas em 650 gêneros e 164 famílias. A Palinoteca do SRVO recebe diversas visitas técnicas para consulta ao seu acervo, e contribui para a feitura de inúmeros trabalhos científicos, dentre monografias, dissertações, teses e artigos. O estudo dos grãos de pólen, esporos e outros palinomorfos microscópicos, sejam fósseis ou atuais, é denominado palinologia. A Melissopalinologia é o estudo dos grãos de pólen presentes no mel, com o propósito de identificar as espécies de plantas visitadas pelas abelhas, para coleta de néctar e elaboração do mel. Esta ferramenta também pode ser utilizada em estudos ecológicos sobre relações de polinização, e em estudos de origem botânica de produtos apícolas. Consultar uma coleção de referência de lâminas de grãos de pólen é de suma importância para a identificação dos grãos de pólen. No Brasil e no mundo existem poucas coleções deste tipo disponíveis para consulta da comunidade científica, e, portanto a Coleção de Lâminas de Grãos de Pólen do SRVO é um importante acervo deste tipo de material, principalmente de espécies da flora do Cerrado de Minas Gerais.
A
Coleção Científica de Serpentes
, foi iniciada em 1987, contando, atualmente, com um acervo de 2809 exemplares, sendo provavelmente a maior coleção de serpentes do estado de Minas Gerais. Por possuir uma excelente representatividade da diversidade de serpentes do estado, a referida coleção é visitada com frequência e muitos exemplares são emprestados para pesquisadores de outras instituições. Desta forma, a Coleção de Serpentes da Funed pode contribuir para estudos taxonômicos, biogeográficos, ecológicos e de história natural. Foram registradas até o momento nove famílias e 133 espécies. Cerca de 90% do acervo é constituído por serpentes coletadas no estado de Minas Gerais.
A
Coleção de Dengue virus (DENV)
exibe uma diversidade genética substancial, evidente na existência de quatro diferentes sorotipos. Conta atualmente com 27 isolados de DENV, representantes dos quatro sorotipos virais e diferentes genotipos circulantes ou que circularam no estado de Minas Gerais/Brasil. Os DENV encontram-se isolados em células C6/36 (linhagem derivada de Aedes albopictus) e armazenados em freezer a -80 oC, juntamente com a sequência de 511 pb da junção C-prM inserida em plasmídeo e clonada em Escherichia coli. O banco de dados das amostras inseridas na Coleção Institucional contém informações da localidade de procedência, ano de coleta, sequências nucleotídeas, sorotipo e genotipo virais. As ferramentas moleculares e estratégias de detecção viral usadas e/ou desenvolvidas para a implantação desta coleção utilizando, principalmente, a PCR em tempo real e a clonagem molecular, tem contribuído para a caracterização molecular e o estudo epidemiológico do DENV, realizado pelo Serviço de Biotecnologia e Saúde/Funed.
Dora Canhos
15.05.2012
Integração dos dados do Herbário da Universidade de Caxias do Sul (HUCS)
O HUCS, fundado em 1983, possui em seu acervo mais de 40.000 exsicatas entre fungos, liquens e plantas oriundas da flora nordeste do estado do Rio Grande do Sul e também de intercâmbios nacionais e internacionais. Neste acervo, há a coleção histórica de Jürgens e Stier . geógrafos alemães, que coletaram samambaias no início do século XX nesse estado. O HUCS participa do INCT . Herbário Virtual da Flora e dos Fungos.
Dora Canhos
03.05.2012
Integração dos dados da Coleção Malacológica do Instituto Oswaldo Cruz (CMIOC)
Comunicamos a integração dos dados do acervo da Coleção Malacológica do Instituto Oswaldo Cruz (CMIOC). Seu acervo atual compreende mais de 6.000 lotes de conchas e animais preservados, de todo o Continente Americano . do Canadá à Terra do Fogo . bem como de diversos países de outros continentes. A coleção inclui moluscos límnicos das famílias Planorbidae, Lymnaeidae, Physidae, Ancylidae, Ampullariidae, Pomatiopsidae, Hydrobiidae e Thiaridae (Gastrópodes); Corbiculidae e Sphaeriidae (Bivalvia), preservados em sua maioria em solução de Railliet-Henry, mas também em álcool a 70%. O acervo formado por cerca de 150 mil espécimes de moluscos serviu de fonte para mais de 150 publicações do Laboratório e fornece suporte a diversas atividades, como identificação, empréstimos e doações de espécimes, além de qualificação de recursos humanos em malacologia médica e sistemática. O acervo, registrado em catálogo com sequência numérica, encontra-se totalmente informatizado. Desde 2005, a Coleção é Fiel Depositária do patrimônio Genético Brasileiro junto ao Ministério do Meio Ambiente.
Dora Canhos
10.04.2012
Integração dos dados da Coleção de Flebotomínios
Comunicamos a integração dos dados do acervo da Coleção de Flebotomíneos do Laboratório de Leishmanioses do Instituto Evandro Chagas de Ananindeua, Pará. Trata-se de uma coleção de pesquisa com 126 espécies/lotes da fauna do estado do Pará, sendo 107 tipos, entre holótipos/alótipos e parátipos.
Dora Canhos
07.03.2012
Acervos do MCT-PUCRS e UFRGS integrados à rede
É com enorme satisfação que comunicamos a integração dos dados dos acervos do Museu de Ciências e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (MCT-PUCRS) à rede speciesLink. A coleção de abelhas participa da rede desde 2007 e a partir de março a rede conta também com os dados do herbário e das coleções de anfíbios, aves, crustáceos, fósseis, mamíferos, moluscos, peixes, répteis, aracnídeos e insetos. Juntos, esses acervos estão disponibilizando cerca de 200 mil registros. A coleção de peixes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul também se associou à rede, contribuindo com mais de 12 mil registros.
Assim, graças à integração dos dados das coleções do Rio Grande do Sul e da atualização contínua dos dados pela maioria das coleções participantes, a rede conseguiu superar a barreira dos cinco milhões e hoje está disponibilizando mais de 5,15 milhões de registros de forma livre e aberta na Internet.
Obrigada a todos,
Dora Canhos
31.12.2011
Balanço 2011
A rede speciesLink fecha o ano de 2011 com um total de 4.890.005 registros online, sendo 1.934.074 georreferenciados pelas coleções e 1.698.482 georreferenciados por aplicativos. Cerca de 543 mil registros (11% do total) são dados repatriados de coleções do exterior. Em termos do número de registros disponíveis online, em 2011 a rede cresceu cerca de 22%. O número total de coleções e subcoleções que em 2010 era 205, fechou o ano de 2011 em 235, ou seja, com um crescimento de 14,6%. O número de registros associados a uma amostra (voucher) continua superior a 93% e o índice de atualização foi de 58,33%, ou seja, 137 coleções atualizaram seus dados online em 2011.
Ainda em relação aos resultados da rede speciesLink, tem-se que o número de registros resultantes da busca online, e que efetivamente foram visualizados pelos usuários nos seus diferentes formatos (planilhas Excel, html, xls, pontos plotados em mapas)foi de aproximadamente 257 milhões, cerca de 52 vezes o acervo total online. É como se todos os dados online de todos os acervos fossem visualizados quatro vezes por mês na sua totalidade.
Juntas, as coleções participantes possuem um acervo estimado de mais de 16 milhões de registros, mas estão disponibilizando apenas cerca de 30%. Significa que o apoio à digitação de dados continua sendo importantíssimo para o avanço do conhecimento sobre a biodiversidade do país.
Mas merece destaque a área da botânica. O CRIA é parceiro do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - Herbário Virtual da Flora e dos Fungos, projeto coordenado pela Profa. Leonor Costa Maia da Universidade Federal de Pernambuco e financiado pelo CNPq. Os herbários do Brasil que participam do INCT, em 2011, com um acervo estimado em 4,8 milhões de registros, disponibilizaram mais de 2,8 milhões online (58%) e os herbários participantes do exterior repatriaram cerca de 537 mil registros. Em três anos de projeto, os dados online dos herbários nacionais mais que duplicaram enquanto os dados repatriados cresceram 40% sendo que o índice de atualização dos herbários nacionais é superior a 88%. Com relação ao uso dos dados, em 2011 cerca de 208 milhões de registros foram visualizados online, o que representa 61 vezes o acervo total disponibilizado. Significa que o acervo total do Herbário Virtual foi visualizado 61 vezes ao longo do ano, ou seja, mais de 5 vezes por mês.
Uma ação importante no ano de 2011, também graças ao apoio do CNPq ao INCT através do programa Reflora, foi o desenvolvimento do serviço de imagens. Fechamos o ano de 2011 com 9 herbários do país e 2 do exterior compartilhando mais de 72 mil imagens sendo cerca de 13.500 imagens de espécimes typus em alta resolução. O herbário do Jardim Botânico de Nova Iorque sozinho está servindo 58.290 imagens à rede, enquando o Museu Nacional de História Natural de Paris está disponibilizando seu acervo de Saint-Hilair com 6.197 imagens. Também merecem destaque os herbários brasileiros, que também estão enviando as suas imagens para que sejam disseminadas de forma livre e aberta a todos os interessados. Fechamos o ano de 2011 com a contribuição de imagens dos seguintes herbários: Unicamp (UEC/4.098 imagens), Museu Botânico Municipal de Curitiba (MBM/1.360), Instituto de Botânica de São Paulo (SP/1.015), Universidade Federal de Minas Gerais (BHCB/688), Museu Nacional (R/638), Reserva Natural Vale (CVRD/5), Universidade Federal do Ceará (EAC/30), Universidade Federal de Goiás (UFG/30) e Universidade Federal de Pernambuco (UFP/20).
Os dados textuais enviados pelos herbários à rede speciesLink e o serviço de imagens do Herbário Virtual foram integrados à interface administrativa da Lista de Espécies da Flora do Brasil. Dessa forma os especialistas podem visualizar os pontos de ocorrência dos registros do Herbário Virtual para validar a informação geográfica e podem associar as imagens aos vouchers citados. A Lista de Espécies da Flora do Brasil fecha o ano de 2011 com 42.750 espécies para a flora brasileira: 4.426 de Fungos, 4.059 de Algas, 1.521 de Briófitas, 1.196 de Pteridófitas, 26 de Gimnospermas e 31.522 de Angiospermas. Foram associadas 2.243 imagens à interface de acesso público da Lista (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2011), sendo 414 imagens da obra Flora brasiliensis, 1.389 de Nova Iorque (NYBG) e 181 de Paris, sendo as demais dos herbários nacionais SP (94), BHCB (66), UEC (38), R (30), MBM (29) e EAC (2).
Gostaríamos de destacar a importância do trabalho cooperativo e do financiamento à infraestrutura pública de dados, que juntos são responsáveis pelos resultados apresentados.
Um abraço a todos,
Dora Canhos
28.12.2011
Novos acervos integrados à rede em Dezembro de 2011
Herbário Alarich Rudolf Holger Schultz (HAS) do Museu de Ciências Naturais - Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul
O HAS foi criado em 1971 para conservar amostras da flora do Rio Grande do Sul, constituindo-se a maior parte de seu acervo de material procedente deste Estado, porém possuindo exemplares de outros Estados do Brasil, especialmente de Santa Catarina e de São Paulo. É Coleção credenciada pelo CGEN/MMA como Fiel Depositária de amostras do Componente Genético por meio da Resolução Nº5, de 29.08.2002. Possui 165 tipos nomenclaturais com registro fotográfico digital. As famílias com maior representação são Asteraceae, Bromeliaceae, Fabaceae, Myrtaceae e Poaceae além de Pteridophyta e Fungos liquenizados. Mantém uma Coleção de referência de espécies ameaçadas de extinção do RS. A coleção de algas conta atualmente com mais de 13.300 lotes em líquido, contendo primordialmente microalgas e cianobactérias de água doce, com representantes de seis grandes divisões e nove classes: as Cyanobacteria, Chrysophyceae, Xantophyceae, Bacillariophyceae, Cryptophyceae, Dinophyceae, Euglenophyceae, Chlorophyceae e Zygnematophyceae. Possui também mais de 6.200 lâminas permanentes de Bacillariophyceae. É o herbário com o maior número de lotes em líquido do Brasil. O HAS faz parte do INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos.
Herbário Rosa Moche (SLUI), Universidade Estadual do Maranhão
O herbário SLUI ocupa uma estrutura pouco adequada de aproximadamente 100 m2, com um acervo de cerca de 4500 exsicatas, uma xiloteca (com 174 exemplares), uma carpoteca (35 exemplares), e uma palinoteca. Também existem coleções de algumas regiões particulares: Floresta amazônica; Cerrado; Mata ciliar e Vegetação litorânea. Já foi aprovado, com financiamento da FINEP, a construção de um prédio próprio e adequado ao Herbário, com uma área total de cerca de 371 m2. O SLUI faz parte do INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos.
Herbário do Jardim Botânico Plantarum (HPL)
O Herbário do Jardim Botânico Plantarum foi fundado por seu diretor, Harri Lorenzi, em 2002 . o início de sua coleção, no entanto, remonta ao ano de 1990. Desde 2008 está indexado sob a sigla HPL junto ao Index Herbariorum, cadastro internacional de herbários. O Herbário HPL também integra a Rede Brasileira de Herbários (RBH), por sua vez ligada à Sociedade de Botânica do Brasil. Localizado no subsolo do prédio administrativo, o Herbário HPL dispõe de mais de 15 mil exsicatas em seu acervo, originárias, em sua vasta maioria, da flora nativa de nosso país. Entre as mais de 300 famílias de angiospermas, gimnospermas e pteridófitas que compõe seu patrimônio, o primeiro grupo respondendo por aproximadamente 95% dos acessos, destacam-se as coleções de Acanthaceae, Araceae, Arecaceae, Begoniaceae, Gesneriaceae, Maranthaceae e Passifloraceae. A sua coleção de tipos nomenclaturais. exsicatas utilizadas na descrição original de uma espécie até então nova para a ciência e selecionadas por seu ator como sua permanente referência material . possui mais de 40 cadastros, com destaque absoluto para as palmeiras (Arecaceae), em particular do gêneroSyagrus. O principal objetivo do Herbário HPL é documentar a diversidade biológica vegetal de nosso país, servindo também como suporte para as pesquisas e depositário do material testemunho dos diversos livros publicados pelo Instituto Plantarum, atestando a sua autenticidade científica. Por outro lado, em conjunto com as demais coleções biológicas, é fonte de material científico e didático para o desenvolvimento de várias e atividades e pesquisas realizadas pela equipe técnica do Jardim Botânico Plantarum. A coleção do Herbário HPL hoje é consultada por pesquisadores de todo o Brasil e de outros países, e são particularmente frequentes os intercâmbios de material com instituições de todo o mundo. A visitação pública, contudo, só é possível em horários pré-agendados pela instituição. O HPL faz parte do INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos.
Herbário Centro Norte Mato Grossense (CNMT), Universidade Federal de Mato Grosso
O Herbário CNMT iniciou suas atividades em 2010 e está lotado nas dependências da UFMT - Campus Universitário de Sinop, situado no Município de Sinop/MT. O acervo do Herbário CNMT possui aproximadamente 5.000 exsicatas de diversos grupos vegetais (algas, briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas) provenientes de coletas realizadas na região, principalmente em ambientes de região amazônica bem como de ambientes de cerrado, uma vez que o município está localizado em ambiente de transição cerrado-floresta amazônica.
Coleção de Peixes da Universidade Federal de Mato Grosso (CPUFMT)
A coleção de peixes da UFMT representa um grande acervo de peixes de água doce provenientes principalmente da bacia do Alto Paraguai (Pantanal) e das cabeceiras amazônicas do norte do Estado de Mato Grosso. A coleção possui mais de 45 das 71 famílias de peixes da região Neotropical. O acervo aumenta exponencialmente a cada ano.
Coleção Entomológica do Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz-CEIOC)
A Coleção Entomológica do Instituto Oswaldo Cruz (CEIOC) possui cerca de 5 milhões de exemplares referentes a quase todas as ordens recentes de insetos conhecidas, com ênfase em Coleoptera, Lepidoptera, Hymenoptera e Diptera. Coleções de grande relevância histórico-científica, como as organizadas por Costa Lima e Joseph Zikán, também integram a CEIOC.
Dora Canhos
18.11.2011
10 anos do início do projeto speciesLink
Esse mês, novembro de 2011, comemoramos dez anos do início do projeto financiado pela Fapesp (2001-2005) que resultou no desenvolvimento da rede speciesLink. O projeto tinha como meta desenvolver um sistema que integrasse os dados de 12 coleções biológicas do Estado de São Paulo com o sistema de informação do programa Biota/Fapesp (SinBiota) e com a rede Species Analyst, coordenada pela Universidade de Kansas. O SinBiota foi desenvolvido para receber, armazenar, buscar, recuperar e disseminar dados coletados pelos inventários realizados no âmbito do programa Biota. A rede speciesLink teve por objetivo integrar esses dados com as informações existentes nas coleções biológicas e ainda iniciar um estudo sobre modelagem de distribuição de espécies em estreita colaboração com a Universidade de Kansas.
Graças à ação das sociedades de Botânica, Zoologia e Microbiologia e à ação de vários colaboradores do país e do exterior, a rede hoje conta com a participação de 220 coleções biológicas (aqui incluídas as subcoleções), sendo cinco do exterior, repatriando dados de amostras coletadas no Brasil. São 4,5 milhões de registros de coleções biológicas disponibilizadas online de forma livre e aberta, sendo que cerca de 4 milhões são dados de acervos localizados no Brasil. Se está correta a estimativa que as nossas coleções juntas possuem um acervo de aproximadamente 30 milhões de unidades, já ultrapassamos a marca dos 10%. Além de ser uma conquista, esse número mostra o enorme desafio que ainda temos pela frente.
Se analisarmos somente os dados sobre plantas, os herbários brasileiros estão disponibilizando cerca de 2,9 milhões de registros online, o que representa cerca de 50% do acervo estimado para o país. Se computarmos a soma dos acervos (online e offline) para herbários, a rede conta com a participação dos herbários responsáveis por mais de 2/3 das amostras do país.
O forte desenvolvimento na integração e disseminação de dados dos herbários certamente reflete o trabalho da Sociedade Botânica do Brasil, que durante anos vem discutindo o processo de informatização e a estratégia da Rede Brasileira de Herbários. Deve-se também ao apoio do CNPq ao INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos e a ação do seu comitê gestor. Por fim, deve-se também ao apoio do CNPq ao projeto reflora do INCT que agora, além dos dados nacionais e repatriados (mais de 536 mil registros) está disponibilizando cerca de 18 mil imagens associadas à base textual das amostras.
Também merece destaque o apoio do MCT e Finep à rede SICol que integra dados de coleções microbianas e também faz parte da rede speciesLink.
Além dos dados das coleções, a rede speciesLink também integra dados de observação, com destaque para os dados do SinBiota, os dados do Zoneamento Ecológico Econômico do Acre e do Sistema de Informações Biogeográficas dos Oceanos (sigla em inglês OBIS), um componente informativo do Censo da Vida Marinha, mais especificamente do nó "Tropical and Subtropical Western South Atlantic OBIS", coordenado pela Universidade de São Paulo. Ao todo estão sendo disponibilizados 333 mil registros de dados de observação.
A rede toda, dados de observação e dados associados a vouchers, está disseminando um pouco mais de 4,8 milhões de registros, sendo 1,9 milhão georreferenciados.
Gostaria, em nome da equipe do CRIA, de agradecer a todos pelo apoio recebido e por todo empenho em tornar essa informação científica em um verdadeiro bem público ao alcance de todos os interessados.
Dora Canhos
08.11.2011
Novos acervos integrados à rede em Novembro de 2011
Coleção de Leptospira da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz-CLEP)
A CLEP reúne cepas de Leptospira spp. isoladas de humanos e de diferentes espécies animais. O acervo compreende Cepas de Referência obtidas de Coleções internacionais, além de cepas de origem clínica, isoladas em diferentes estados brasileiros, sendo representativas dos sorovares circulantes no país. Métodos de preservação: Criopreservação em Nitrogênio líquido (-196ºC) e freezer a -80ºC, e repiques semestrais em meio EMJH semi-sólido.
Coleção de Bactérias da Mata Atlântica (Fiocruz-CBMA)
A Coleção de Bactérias da Mata Atlântica, CBMA, situa-se no Laboratório de Genética Molecular de Micro-organismos do Instituto Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, e tem como finalidade: amostrar, isolar, preservar e caracterizar a diversidade de bactérias cultiváveis do solo da Mata Atlântica. Representa a fonte primária de parte da microbiota deste bioma para estudos básicos e biotecnológicos e, como Coleção, é testemunho destes estudos, permitindo sua rastreabilidade. Como sua taxonomia é definida pela informação contida no gene ribossomal 16S rRNA, e estas sequências podem ser livremente acessadas, são inúmeras as possibilidades de estudos. Trata-se de uma Coleção de serviço e pesquisa. A CBMA é filiada à World Federation for Culture Collections, WFCC, sob o registro WDCM958. Até o presente o acervo da CBMA contém 800 isolados correspondendo a 100 morfotipos obtidos nos oito pontos de coleta representados pelos cinco tipos de solo. A identificação dos primeiros 100 isolados, baseada no gene ribossomal 16S rRNA e na comparação das sequências (~1300pb) com as referências do projeto de banco de dados ribossomal (RDP . Ribosomal Database Project), definiu a presença dos seguintes gêneros de bactérias: Acinetobacter, Amycolatopsis, Arthrobacter, Bacillus, Burkholderia, Collimonas, Cupriavidus, Dyella, Enterobacter, Klebsiella, Leifsonia, Mycobacterium, Paracoccus, Paenibacillus, Phyllobacterium, Pseudomonas, Ralstonia, Serratia, Silvimonas, Streptomyces e Variovorax
Herbário da Reserva Natural Vale (CVRD)
O Herbário da Reserva Natural Vale foi registrado em 1979, no Index Herbariorum, e publicado no The Herbaria of the World, em 1981, sendo reconhecido internacionalmente como Herbário CVRD. As coletas botânicas na Reserva tiveram início em 1963 e se tornaram uma atividade sistematizada a partir de 1978, quando foram intensificadas as pesquisas com flora realizadas na área. Desde então, o conhecimento sobre a flora local continua aumentando, incluindo a descoberta de novas espécies.
Dora Canhos
30.09.2011
Novos acervos integrados à rede em Setembro de 2011
Herbário Pe. Dr. Raulino Reitz (CRI), Universidade do Extremo Sul Catarinense
A Coleção do Herbário da Universidade do Extremo Sul Catarinense compõe um importante acervo da biodiversidade de plantas da região. O acervo possui atualmente 9.000 espécimes e está registrado no Index Herbariorum.
Coleção de Triatomíneos do Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz-CTIOC)
A Coleção de Triatomíneos do Instituto Oswaldo Cruz (CTIOC) é uma das coleções mais antigas da instituição, pois seu acervo começou a ser formado em 1909 quando da descoberta da doença de Chagas. Atualmente é formada pela coleção Herman Lent ( CHL ) com 9.000 exemplares, sendo 3.374 fichados na coleção aberta e pela a coleção Rodolpho Carcavallo (CRC) com 15.000 exemplares sendo 5.674 fichados. A coleção tem material preservado em Álcool 70º GL (25 espécies) e uma coleção viva mantida no insetário de Triatomíneos, atualmente com 46 espécies mantidas em 150 cristalizadores. Esta coleção fornece material vivo para pesquisadores que trabalham com vetores da doença de Chagas. A coleção de Triatomíneos está vinculada ao Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos do Instituto Oswaldo Cruz e é o centro de Referência Nacional do Ministério da Saúde.
Coleção de Ceratopogonidae (Fiocruz-CCER)
A Coleção de Ceratopogonidae do Instituto Oswaldo Cruz (CCER) é constituída por material típico, de referência e testemunho de importância médico-veterinária e agrícola. Apresenta milhares de exemplares montados em lâminas, alfinetados, em lotes de exemplares a seco conservados com naftalina ou úmidos em solução conservadora Kahle-Drietrich. Sua maior parte é representativa da fauna neotropical com gêneros de hábitos hematófagos, predadores e polinizadores. Até o presente, 703 lotes se encontram catalogados e informatizados. Nela está incluída a maior coleção brasileira do gênero Culicoides com 131 espécies neotropicais, e a Coleção .Saulo Soria. com 1.343 exemplares pertencentes a 36 espécies polinizadores de Theobroma cacau provenientes de diversos países produtores de cacau. A Coleção conserva 115 espécies tipos, incluídas em 11 gêneros provenientes de 13 países da América Latina e EUA.
Coleção de Simulídeos do Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz-CSIOC)
Os grupos taxonômicos que compõem a coleção são representantes da família Simuliidae principalmente da Região Neotropical, mas também das Regiões Holártica e Australiana. O tamanho do acervo é de aproximadamente 35.000 lotes, onde cerca de 10% está identificado. Entre os lotes ainda não identificados a coleção possui em via seca aproximadamente 8.500 lotes, totalizando cerca de 10.000 lotes. Em via úmida a coleção possui 25.000 lotes (cerca de 15 lotes por localidade). Todas as localidades possuem registros de coordenadas, onde aproximadamente 1.800 localidades estão informatizadas e 310 georreferenciadas. A coleção conta ainda com os acervos das coleções históricas de Lutz e César Pinto (aproximadamente 400 lâminas e 830 alfinetados). A coleção de Simulídeos do Instituto Oswaldo Cruz (CSIOC) instalada no Laboratório de Simulídeos e Oncocercose é considerada referência em representatividade específica e supra-específica para o grupo além de deter patrimônio de informação referente ao conhecimento de 30 anos de pesquisa sobre as áreas apontadas como foco brasileiro da Oncocercose e Mansonelose, doenças vetoradas por algumas espécies da família Simuliidae. A CSIOC foi reconhecida como coleção fiel depositária pelo Conselho Nacional do Patrimônio Genético . CGEN/MMA, em 05/01/2011, sob o nº do credenciamento 039/2011/SECEX/CGEN.
Dora Canhos
13.09.2011
Versão 2011 da Lista de Espécies da Flora do Brasil
A Lista de Espécies da Flora do Brasil, publicada pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro em 2010, acaba de lançar online sua versão 2011, com muitas novidades.
Agora a Lista disponibiliza imagens, inclusive de tipos nomenclaturais, graças à colaboração com o INCT-Herbário Virtual da Flora e dos Fungos. Foram acrescentadas também informações como formas de vida e substrato, diferenciadas em relação às Algas, Briófitas, Angiospermas + Gimnospermas + Pteridófitas, bem como aos Fungos, além de dados sobre a ocorrência das espécies em diferentes tipos de vegetação e a distribuição das Algas por Regiões Hidrográficas. Outra novidade são as estatísticas que sintetizam a riqueza de espécies por estados, regiões e domínios fitogeográficos.
Além disso, a lista agora é dinâmica. Toda informação validada pelos especialistas é imediatamente acessível online de maneira livre e aberta a todos os interessados, sem distinção. O desenvolvimento e a manutenção do sistema estão a cargo do Centro de Referência em Informação Ambiental, CRIA.
O projeto tem apoio do Ministério do Meio Ambiente, do Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora/JBRJ) e do CNPq.
A Lista de Espécies da Flora do Brasil está disponível no endereço
floradobrasil.jbrj.gov.br/2011
Dora Canhos
30.08.2011
Novos herbários integram seus dados ao INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos
Os dados de mais três herbários associados ao INCT-HVFF estão disponíveis online: o Herbário do Instituto de Ciências Naturais de Porto Alegre, Rio Grande do Sul; o Herbário da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul de Campo Grande; e o Herbário do Departamento de Botânica da Universidade Federal de Santa Catarina de Florianópolis.
O acervo do Herbário ICN possui cerca de 160 mil exemplares e faz parte da Rede de Herbários do Rio Grande do Sul e do Brasil.
O Herbário CGMS da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, campus Campo Grande possui uma coleção com cerca de 35.000 espécimes coletadas em diferentes regiões do estado, sendo predominantemente espécimes de Angiospermas.
O Herbário FLOR da Universidade Federal de Santa Catarina, fundado em 1964, possui uma coleção com de cerca de 37.000 exemplares de plantas vasculares, 2.200 de fungos e 1.000 de algas. Seu acervo é o segundo maior do estado e está voltado especialmente para a flora do estado de Santa Catarina.
Dora Canhos
18.08.2011
Coleção de Crustacea do Museu de Zoologia da Unicamp
A coleção de Crustacea do Museu de Zoologia "Prof. Adão José Cardoso" da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) está em fase de implantação e conta, atualmente, com cerca de 100 lotes e aproximadamente 500 exemplares catalogados. O material está conservado em via úmida (álcool 70%). Esses exemplares são provenientes da região sudeste do Brasil. A maior parte do acervo constitui a coleção científica, destinada principalmente ao atendimento de pesquisadores interessados no estudo dos Crustacea. Também está disponível à consulta por parte de estudantes de graduação e pós-graduação. O processo de catalogação e informatização da coleção está em andamento e os dados estão sendo disponibilizados online.
Dora Canhos
12.08.2011
Lançamento do servidor de imagens do INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos (HVFF)
Graças ao apoio do CNPq, como parte do programa Reflora, foi lançado no 62o. Congresso Nacional de Botânica o servidor de imagens e serviços web associados do HVFF. São mais de 16 mil imagens, a grande maioria em alta resolução, de exsicatas de acervos brasileiros mantidos em herbários do exterior e no país. Para o lançamento do sistema, os seguintes herbários cederam suas imagens:
New York Botanical Garden - Brazilian records: 8.805 imagens de tipos
Herbarium Musei Parisiensis - acervo de Saint-Hilaire: 4.534 imagens em alta resolução
Herbário do Instituto de Botânica de São Paulo: 1.015 imagens em alta resolução dos tipos
Herbário do Museu Nacional do Rio de Janeiro: 638 imagens em alta resolução dos tipos
Herbário da Universidade Estadual de Campinas: 292 imagens
Herbário da Universidade Federal de Minas Gerais: 47 imagens
Herbário da Universidade Federal de Goias: 30 imagens
As imagens estão disponíveis no sistema de busca do HVFF (http://inct.splink.org.br) e através de uma interface administrativa organizada por herbário disponível no endereço http://reflora.cria.org.br/admin
Como sempre, toda crítica e sugestão é bem-vinda.
Dora Canhos
03.08.2011
Novos acervos botânicos integrados ao Herbário Virtual da Flora e dos Fungos (HVFF)
Dois herbários de Ilhéus, vinculados ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Herbário Virtual da Flora e dos Fungos passaram a integrar os dados de seus acervos à rede:
CEPEC - Herbário do Centro de Pesquisas do Cacau
e o
HUESC da Universidade Estadual de Santa Cruz
.
O herbário CEPEC possui uma coleção com cerca de 140.000 exsicatas, sendo o segundo maior acervo da região nordeste do Brasil. Estima-se que a coleção apresente 8.000 a 10.000 registros de espécies de plantas vasculares existentes no estado da Bahia e arredores (i.e. norte do Espírito Santo e Sergipe). Este herbário apresenta grande projeção no cenário nacional e internacional por possuir uma coleção de tipos nomenclaturais com ca. 2.000 amostras e por armazenar registros de plantas das principais Unidades de Conservação da Bahia como PARNAs Chapada Diamantina, Serra das Lontras, Descobrimento, Pau-Brasil e Monte Pascoal, REBIO Una, PAREs Serra do Conduru e Wenceslau Guimaraes e RPPNs Serra Bonita, Serra do Teimoso e Ecoparque de Una. Alguns acervos como Fabaceae, Gesneriaceae e Malpighiaceae são representativos também para outras regiões do Brasil. Atualmente estão disponibilizados mais de 108 mil registros sendo mais de 61 mil georreferenciados.
O Herbário HUESC, também de Ilhéus possui um acervo com 14.500 registros e está disponibilizando 6.762 online com cerca de 60% dos dados georrefereenciados, sendo que aproximadamente 90% dos registros são provenientes do estado da Bahia.
Dora Canhos
19.07.2011
Novo acervo botânico integrado ao Herbário Virtual da Flora e dos Fungos (HVFF)
O Herbário Alexandre Leal Costa da Universidade Federal da Bahia integrou seus dados à rede INCT HVFF. Com um acervo de cerca de 100 mil registros o ALCB está disponibilizando 71.400 registros online, sendo cerca de 60 mil georreferenciados. Mais de 90% dos dados online tem como origem o estado da Bahia.
Dora Canhos
28.06.2011
Novo acervo botânico integrado ao Herbário Virtual da Flora e dos Fungos (HVFF)
O Herbário Rondoniensis da Universidade Federal de Rondônia integrou seus dados à rede INCT HVFF. O herbário RON, tem um acervo de 4400 amostras tombadas e tem por objetivo ter uma coleção representativa de todo estado. A maior parte da coleção é oriunda da área de Impacto da Usina de Santo Antônio e Jirau. Possui também coletas do Plano Agropecuário e Florestal de Rondônia (PLANAFLORO), feito em 1996-1997. Possui uma coleção auxiliar RON-e.
Dora Canhos
28.06.2011
Nova coleção da Fundação Oswaldo Cruz integrada à rede SICol
Passa a integrar as redes SICol e speciesLink os dados do acervo da Coleção de Fungos da Amazônia pertencente à da Coleção Biológica do Instituto Leônidas e Maria Deane (CBILMD).
A Coleção de Fungos da Amazônia, CFAM possui um acervo de linhagens isoladas de diferentes microbiomas da Amazônia brasileira, região ainda pouco explorada quanto à sua riqueza microbiana. No acervo os gêneros de maior ocorrência são Penicillium, Aspergillus e Trichoderma, isolados das mais diversas fontes tais como, ar, solo, água, plantas, frutos, homem e outros animais. Todas as culturas estão identificadas ao nível de gênero e outras de espécie, pertencentes aos filos Zygomycota, Ascomycota e aos fungos anamórficos. O acervo da CFAM é constituído por 834 culturas de fungos filamentosos, conservados sob óleo mineral, em água destilada, a -20ºC e liofilização, e são mantidas em quadruplicata em cada método de preservação. Além de receber depósitos, a CFAM atende a pedidos de fornecimento de culturas, isolamento e identificação de fungos, assim como treinamento de estudantes e profissionais na área de taxonomia de fungos. Estes pedidos são procedentes de instituições de ensino e/ou pesquisa, nacionais e internacionais. A CFAM está caracterizando as culturas estocadas quanto a moléculas bioativas de interesse em saúde e biotecnologia, e quanto às características morfológicas, através de projetos desenvolvidos por alunos de graduação e pós-graduação (mestrado e doutorado) do país. A CFAM é filiada a World Federation for Culture Collection, WFCC, sob o registro WDCM 957.
Dora Canhos
11.04.2011
Nova coleção da Fundação Oswaldo Cruz integrada à rede SICol
Passa a integrar as redes SICol e speciesLink os dados do acervo da Coleção de Culturas de Bactérias de Interesse em Saúde, a Fiocruz-CCBS da Fundação Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro.
A Coleção de Culturas de Bactérias de Interesse em Saúde é formada por 4 subcoleções: Coleção de Enteropatógenos Bacterianos (CENT), Coleção de Culturas de Bactérias de Origem Hospitalar (CCBH), a Coleção de Listeria (CLIST) e Coleção de Campylobacter (CCAMP). Sendo reconhecida pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC) no ano de 2001. Contêm expressiva representatividade da micro-biodiversidade nativa em relação aos principais patógenos humanos e animais. A vinculação direta com as linhas de pesquisa dos Laboratórios de Enterobactérias, Zoonoses Bacterianas, de Pesquisa em Infecção Hospitalar e os Serviços de Referência/MS em nível nacional, possibilitam a caracterização de cepas utilizando os mais recentes avanços tecnológicos (métodos fenotípicos e genotípicos baseados na análise do DNA). Guarda um grande número de bactérias patogênicas (200.000 isolados e 840 cepas de referência) de interesse nas áreas médica, veterinária e ambiental, constituindo-se em um instrumento fundamental para o desenvolvimento tecnológico na área de saúde. Atualmente a principal demanda vem de Instituições Públicas Nacionais e comunidades científicas nacional e internacional.
Dora Canhos
25.03.2011
Novos acervos botânicos integrados à rede speciesLink
Os seguintes herbários vinculados ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Herbário Virtual da Flora e dos Fungos passaram a integrar os dados de seus acervos à rede:
UFG - Herbário da Universidade Federal de Goiás
O Herbário da UFG foi formado através de dois planos de coleções: o primeiro sobre a Flora do município de Goiânia, e o segundo sobre a Flora do Estado de Goiás (agora, Estados de Goiás e Tocantins). Os planos tiveram início em março de 1969 e terminaram em novembro de 1974, resultando em 9.605 coletas botânicas. Atualmente o acervo possui 43. 226 registros, sendo de grande importância para o conhecimento da Flora de Goiás e Tocantins.
HUEG - Herbário da Universidade Estadual de Goiás
O acervo do herbário HUEG é constituído de cerca de 7.000 exemplares de Plantas vasculares, Briófitas e Fungos macroscópicos do Bioma Cerrado, predominantemente do estado de Goiás. O acervo encontra-se disponível para consulta, empréstimo e permuta de material.
HFSL-Fungos - Herbário Dr. Ary Tupinambá Penna Pinheiro - Fungos
O Herbário Dr. Ary Tupinambá Pena Pinheiro foi fundado no dia 18 de outubro de 2002. Está situado na sede da faculdade São Lucas, e conta atualmente com 5.664 espécimes da flora fanerogâmica, pertencentes à 127 famílias botânicas do sistema de Cronquist, havendo ainda, briófitas, fungos e pteridophytas. Atualmente o herbário ocupa uma área total com cerca de 53,62 m2, possui uma sala para o acervo e outra para a curadoria além de uma ante sala para manuseio de material e estufa. O Herbário dispõe ainda de uma biblioteca com várias obras, Dicionário de Plantas, além de periódicos, livros e teses diversas.
MIRR - Herbário do Museu Integrado de Roraima
O herbário do Museu Integrado de Roraima apresenta a maior coleção botânica do Estado, com 8.982 exsicatas, constituindo importante acervo para estudos de diversidade vegetal da região. Esta coleção possui representantes de diversas famílias, principalmente de Angiospermas, nas diferentes formações vegetacionais de Roraima.
Também passou a fazer parte da rede o
Herbário da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (HUESB)
. O herbário teve início com o registro de espécies vegetais da região sudoeste, oriundas de coletas dos projetos: "Levantamento Florístico do Município de Jequié", "Levantamento Florístico do Município de Maracás" e do "Instituto do Milênio do Semi-Árido". Posteriormente ampliado com coletas de projetos de pesquisa desenvolvidos por professores e discentes das diversas Pós-Graduações da UESB (Genética, Biodiversidade e Conservação e Química), assim como, pela atual curadoria e doações de diversos herbários brasileiros. Essas coleções têm contribuído com a produção de um acervo botânico da zona de transição Mata Atlântica / Caatinga (Floresta Estacional) e tem incentivado a participação dos estudantes do Curso de Ciências Biológicas, os quais participam como bolsistas IC/UESB, PIBIC/CNPQ, FAPESB e voluntários envolvidos em projetos de pesquisa e extensão. Atualmente o HUESB conta com o acervo de aproximadamente 7.000 exsicatas.
Dora Canhos
25.03.2011
Novos acervos da Fiocruz integrados à rede speciesLink
ColTryp - Coleção de Trypanosoma de Mamíferos Silvestres, Domésticos e Vetores
A ColTryp reúne isolados de Trypanosoma cruzi obtidos de espécies de hospedeiros silvestres, domésticos e vetores incluídos em oito ordens de mamíferos e uma família de vetor, coletados em biomas brasileiros com distintas características fitogeográficas (Caatinga, Ceará, Mata Atlântica, Mata Amazônica e Pantanal). As amostras mantidas criopreservadas são proveniêntes de isolados com poucas passagens no LIT e/ou NNN. Método de preservação: Criopreservação em Nitrogênio líquido (-196ºC).
CMT - Coleção Micológica de Trichocomaceae
O acervo é composto de 446 culturas fúngicas. O principal escopo são as espécies micotoxígenas de importância à saúde humana e animal, dos gêneros Aspergillus e Penicillium, além de Fusarium (gênero pertencente à família Nectriaceae). Esses fungos filamentosos são considerados importantes por seus efeitos carcinogênicos, teratogênicos e mutagênicos (OMS, Agência Internacional de Pesquisa do Câncer) e, também, pelos severos impactos negativos na economia e agroindústria (CAST). Para a conservação dos fungos filamentosos emprega-se preferencialmente o método de liofilização. Também é utilizado o método de congelamento a -40º C em glicerol, o método de Castellani, a técnica de blocos de ágar em tubos de polipropileno e repiques periódicos. Atualmente, está sendo implementada a conservação pelo método L-drying.
Dora Canhos
25.02.2011
Integração dos dados da Coleção de Echinoidea do Museu de Zoologia da Unicamp
A coleção de Echinoidea do Museu de Zoologia "Prof. Adão José Cardoso" da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) está em fase de implantação e conta, atualmente, com cerca de 20 lotes e aproximadamente 60 exemplares catalogados. Esses exemplares são provenientes das regiões nordeste e sudeste do Brasil. A maior parte do acervo constitui a coleção científica, destinada principalmente ao atendimento de pesquisadores interessados no estudo dos Echinoidea. Também está disponível para consulta por parte de estudantes de graduação e pós-graduação.
Dora Canhos
07.01.2011
Balanço 2010
O CRIA tem como missão a disseminação de dados e informações sobre biodiversidade na Internet de maneira livre e aberta a todos os interessados, sem distinção. Tem como meta desenvolver uma plataforma comum de acesso a dados de apoio à ciência e à tomada de decisão em escala local, regional e nacional, integrada com as iniciativas globais. Tem como foco dados e informações sobre espécies e espécimes do Brasil.
O plano estratégico 2007-2010 estabeleceu como meta mensurável para o final de 2010 integrar dados de 150 acervos, disponibilizando de forma livre e aberta 3 milhões de registros online. Chegamos ao final de 2010 com 4.012.333 registros disponíveis online, resultantes da integração de 205 acervos, coleções biológicas e coleções de dados, sendo 1.438.092 (36%) georreferenciados na origem e 1.267.698 georreferenciados por aplicativo. Dependendo da precisão necessária, tem-se um índice de georreferenciamento de até 67%.
Comparando 2009 com 2010 a rede passou de 179 acervos para 205 (14,5%) e de 3.551.913 registros para os mais de 4 milhões em dezembro de 2010 o que representa um crescimento anual de 13%. Em 4 anos (2006-2010) houve um crescimento de 244% no número de registros disponíveis online. O índice de atualização dos acervos em 2010 foi de 63%. É interessante comparar esse número com o índice de atualização dos herbários do INCT - Herbário Virtual da Flora e dos Fungos que foi de 85%, o que demonstra a importância e necessidade de recursos para digitação e articulação.
Por fim só gostaria de apresentar mais um dado que é a proporção de dados de coleções biológicas (com amostras associadas) e dados de observação. 93% dos dados da rede provêm de coleções biológicas.
Novamente gostaria de agradecer a colaboração de todos que tornaram esses avanços possíveis.
Dora Canhos
30.12.2010
Novos acervos integrados à rede speciesLink
Dados de duas coleções foram recentemente integrados à rede speciesLink: Herbarium Uberlandense da Universidade Federal de Uberlândia e Fonoteca Neotropical "Jacques Vielliard" da Universidade Estadual de Campinas.
O acervo do Herbarium Uberlandense conta atualmente com cerca de 60.000 exemplares registrados e constitui uma importante coleção de referência para a flora do Cerrado do estado de Minas Gerais. A coleção tem sido ampliada consistentemente por coletas de pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia.
FNJV possui um acervo de sons de animais, invertebrados e vertebrados, com mais de 15 mil arquivos sonoros. É a maior coleção de sons do Brasil.
Dora Canhos
02.12.2010
Novos aplicativos
Atendendo à demanda de um curador, na página de cada coleção (módulo manager) foram incluídos acessos ao relatório data cleaning e à página de busca do acervo específico.
Uma outra novidade é que, além dos resultados serem apresentados em formato HTML e arquivos MS-Excel e XML, o usuário agora tem como opção receber o resultado da busca como arquivo KML. KML é o formato utilizado para exibir dados geográficos em aplicativos como Google Earth e Google Maps.
Dora Canhos
30.11.2010
Novos acervos integrados à rede speciesLink
Foram integrados à rede speciesLink os dados de 2 herbários: Herbário da Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Campo Mourão (HCF) e o acervo do Herbário Virtual Saint-Hilaire do Museu Nacional de História Natural de Paris.
O acervo do Herbário HCF possui 9.085 amostras principalmente da região de Campo Mourão e adjacências, porém possui também plantas de outras regiões e unidades fitogeograficas brasileiras, tais como cerrado e florestas estacionais semideciduais. Conta atualmente com três exemplares typus. Apresenta um programa de permuta de duplicatas de material botânico. Além do programa de permutas de duplicatas, ainda permite o empréstimo de exsicatas para dissertações de mestrado e teses de doutorado, para pesquisadores em geral. É o 7° maior herbário do Paraná dos 14 existentes e vem crescendo rapidamente em função das expedições de campo realizadas por seus integrantes.
O Museu Nacional de História Natural de Paris integrou à rede speciesLink o acervo do naturalista Auguste de Saint-Hilaire.
Dora Canhos
15.10.2010
Novo acervos integrado à rede speciesLink
Foi integrado à rede speciesLink os dados do Herbário da Universidade Federal de Minas Gerais (BHCB).
A coleção do herbário BHCB conta com 143.000 exsicatas provenientes de diversas regiões do Brasil, mas principalmente de Minas Gerais. Atualmente é o maior herbário do estado de Minas Gerais. Abriga uma coleção de tipos com mais de 500 exemplares.
Dora Canhos
30.09.2010
Novo acervo integrado à rede speciesLink
Foi integrado à rede speciesLink os dados do Herbário da Universidade Católica de Pernambuco que possui cerca de 3.000 espécies de plantas, com ênfase em árvores da Caatinga e Floresta Atlântica do Nordeste do Brasil. Também possui uma coleção de madeiras com mais de 5.000 amostras..
Dora Canhos
03.08.2010
Novos acervos integrados à rede speciesLink
Foram integrados à rede speciesLink os dados de 2 herbários: o Herbário do Parque da Ciência Newton Freire Maia (IRAI) e o Herbário da Universidade de Brasília (UB).
O Herbário IRAI, inaugurado em 2007, está localizado nas dependências do Parque da Ciência Newton Freire Maia em Pinhais, Paraná. Tem como objetivo a divulgação e popularização da ciência. Possui espécimes coletados na Área de Proteção Ambiental do Irai e no Aeroporto Internacional Afonso Pena de Curitiba. São 2.344 registros online sendo 74 georreferenciados na origem e 2.236 georreferenciados por aplicativo.
O Herbário da Universidade de Brasília foi fundado em 1963 e seu acervo possui cerca de 190 mil fanerógamas e 40 mil criptógamas (1.600 tipos). São amostras principalmente do planalto central e do bioma Cerrado (coleções expressivas do Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso e Tocantins), Amazônia (permutas sob Curadoria do Dr. João Murça Pires), Mata Atlântica (Permutas sob curadoria do Dra. Graziela Maciel Barroso e Myrtaceae do Paraná) e Exterior (Permutas sob curadoria do Dr. George Eiten). O herbário está disponibilizando 107.349 registros on-line, sendo 42.647 georreferenciados na origem e 13.502 via aplicativo. 75% do seu acervo on-line é da região Centro-Oeste (mais de 75.000 registros) sendo cerca de 39 mil registros do Distrito Federal.
Dora Canhos
17.06.2010
Nova interface de busca da rede speciesLink
Graças ao apoio dos projetos INCT - Herbário Virtual da Flora e dos Fungos e Avaliação do uso sustentável e conservação dos serviços ambientais realizados pelos polinizadores no Brasil foi desenvolvida uma nova
Interface de Busca
para a rede speciesLink e para o Herbário Virtual.
O novo sistema apresenta duas opções, a busca simples e a busca avançada. Ambas as opções apresentam 3 passos básicos: (i) a escolha do provedor de dados (coleções) onde a busca será realizada; (ii) o critério de busca ou filtros; e (iii) um resumo do resultado obtido.
Para avançar para a etapa subseqüente é necessário clicar na opção Próximo.
O primeiro passo, onde o usuário deverá selecionar o provedor de dados, não foi modificado. Todos os provedores aparecem selecionados e o usuário poderá restringir o número de provedores desmarcando todos e selecionando o provedor desejado ou selecionando o tipo de acervo de acordo com as opções apresentadas.
Uma vez selecionados os provedores de dados o usuário deverá seguir para o próximo passo onde o critério de busca é estabelecido. No caso da busca simples são apresentados campos fixos que deverão ser preenchidos de acordo com o critério de busca desejado.
No caso da busca avançada são apresentados como opções de busca todos os campos DarwinCore que podem ser associados através de operadores (e, ou). Existem ainda várias opções de busca como exata, fonética, contendo, maior que, menor que etc. A ordem das condições pode afetar o resultado desejado, então recomendamos a leitura do texto de ajuda para compreender melhor a lógica do sistema.
Ainda com relação à busca, no campo "Estado", se o usuário digitar a sigla ou o nome por extenso o sistema fará uma busca utilizando as duas opções. Portanto uma busca por São Paulo automaticamente é feita para São Paulo e SP. Um registro preenchido com S.Paulo não será encontrado.
É possível ainda buscar registros com campos em branco. Por exemplo, se o usuário quiser recuperar todos os registros de determinada família que não tem o campo "gênero" preenchido é só fazer uma busca preenchendo o campo família e digitando a palavra "branco" no campo "gênero".
O terceiro passo é a apresentação dos resultados. Aqui também foram realizadas mudanças importantes. Foi incluído como opção de relatório o inventário onde o usuário recebe uma listagem dos resultados por campo selecionado. Por exemplo, ao realizar uma busca por uma espécie, o usuário poderá solicitar um inventário por Estado. O relatório irá exibir o número de registros daquela espécie por Estado.
Por fim, o limite de 25 mil registros para visualização e download foi retirado.
Dora Canhos
15.04.2010
Novo acervo do Museu de Zoologia da Unicamp
A coleção de Asteroidea do Museu de Zoologia "Prof. Adão José Cardoso" da Universidade Estadual de Campinas,UNICAMP (ZUEC-AST) está em fase de implantação e conta, atualmente, com cerca de 30 lotes e aproximadamente 40 exemplares catalogados. O material está conservado em via úmida (álcool 70%). Esses exemplares são provenientes da região sudeste do Brasil e foram amostrados pelo programa Biota/FAPESP - Bentos Marinho, desenvolvido no Estado de São Paulo. O processo de catalogação e informatização da coleção está em andamento e está sendo utilizado o gerenciador de banco de dados MS-Access. A maior parte do acervo constitui a coleção científica, destinada principalmente ao atendimento de pesquisadores interessados no estudo dos Asteroidea. Também está disponível para consulta por estudantes de graduação e pós-graduação.
Dora Canhos
15.04.2010
Centro de Pesquisa René Rachou
O Centro de Pesquisa René Rachou integra os dados das coleções de flebotomínios, triatomínios e malacológica à rede speciesLink.
A coleção de flebotomíneos (CoFlebs) iniciada na década de 50 tem cerca de 90,000 exemplares distribuídos entre 320 espécies dos seguintes países: Argentina, Belize, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Estados Unidos, Guiana Francesa, México, Panamá, Peru, República Dominicana e Venezuela. Parte desta coleção consiste na "Coleção Padrão" formada por tipos ou de um a 15 representantes de cada espécie. Na coleção padrão são depositadas cerca de 670 tipos. Entre os tipos, existem duas espécies do gênero Brumptomyia e 120 do gênero Lutzomyia. Há 52 holótipos, 45 alótipos, 184 aloparátipos, 349 parátipos, quatro plesiótipos, 28 Cotipos, dois topótipos, um homeótipo e um síntipo. Intercâmbio de espécimes são bem vindos.
A Coleção de Triatomíneos (COLATEC) teve início em 1996 e atualmente é depositária de 4.340 espécimes de 57 espécies de diferentes populações provenientes da Argentina, Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, México, Peru, Estados Unidos da América, Uruguai e Venezuela, e cerca de 100 espécimes de outros Heteroptera do Brasil. Além destes, estão depositadas partes de cerca de quinhentos triatomíneos. Além da finalidade de servir como referência em triatomíneos, os insetos também são usados em estudos de taxonomia e sistemática.
A Coleção Malacológica do Centro de Pesquisas René Rachou (CMalacol) possui mais de onze mil exemplares de moluscos de importância médica e veterinária, sobretudo representantes do gênero Biomphalaria, onde localizam-se as espécies hospedeiras intermediárias do Schistosoma mansoni. Além deste grupo de molusco, a coleção conta com representantes do gênero Lymnaea, hospedeiros intermediários da Fasciola hepatica e outras espécies que podem ser parasitados por helmintos do gênero Angiostrongylus. Esta coleção é considerada especializada de referência, uma vez que possui acervo de relevância para o sistema nacional de controle epidemiológico e vigilância sanitária.
Dora Canhos
15.03.2010
Dados do Museu Nacional
R - Herbário do Museu Nacional e R-Tipos Herbário do Museu Nacional - Tipos
Estima-se que a coleção possua cerca de 550.000 exemplares, sendo 95% destes de plantas vasculares. Além dos números da coleção, o Herbário apresenta grande importância histórica por ter como depositários Glaziou, Freire Allemão, Brade, Hoehne, Lutz, Riedel, Schwacke, Sellow , e o próprio Imperador Dom Pedro II. No universo de espécimes coletados, merecem destaque às coleções procedentes da Amazônia Legal, Expedições do Marechal Rondon, Alberto Sampaio, Polo Noroeste, Alto Xingu, Fernando de Noronha, Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, dentre outras. A coleção de tipos nomenclaturais possui um total de 5.600 exemplares e faz parte do Projeto "Latin American Plants Iniciative" (LAPI) da Fundação Mellon. O Herbário do Museu Nacional faz parte do INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos.
Dora Canhos
08.03.2010
Dados do Zoneamento Ecológico Econômico do Acre
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Acre (SEMA) está disponibilizando os dados utilizados no Zoneamento Ecológico Econômico do Acre para os grupos Amphibia, Avifauna, Mammalia, Ictiofauna e Herpetofauna. Também foram integrados ao sistemas os mapas de vegetação, solos, unidades de conservação, terras indígenas, assentamentos, vias de acesso, rios principais, limite municipal e sedes do Acre.
Dora Canhos
20.02.2010
Novo herbário integrado à rede
BAH - Herbário Antônio Nonato Marques, Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola
Coleção de angiospermas com aproximadamente 16.000 espécies catalogadas com herbário especializado de: plantas tóxicas e medicinais; forrageiras; invasoras de culturas e pastagens; melíferas; e madeira de lei.
Dora Canhos
31.12.2009
Balanço 2009
Fechamos o ano de 2009 com 3.551.913 registros, resultantes da integração de 179 acervos, coleções biológicas e coleções de dados. Pode-se observar uma evolução ascendente, resultado da atualização dos dados pelas coleções participantes da rede e pela integração de 23 novos acervos em 2009. A entrada de novas coleções reflete as parcerias estabelecidas através de projetos de criação de redes temáticas. Foram 4 herbários do país e um do exterior articulados através da rede INCT - Herbário Virtual da Flora e Fungos, 11 coleções do Programa de Pesquisa em Biodiversidade coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (PPBio INPA), 2 coleções da rede Capixaba, 4 da rede Biota São Paulo (todas do Museu de Zoologia da Unicamp) e uma da rede SICol, a Coleção de Leishmania do Instituto Oswaldo Cruz. Grande parte do aumento do conteúdo deve-se à atualização dos acervos já integrados. 60% das coleções atualizaram os dados de seus acervos em 2009. Filtrando os dados para as coleções zoológicas, botânicas e de microrganismos, a porcentagem de coleções que atualizaram seus dados em 2009 são respectivamente 64%, 68% e 10%.
A baixa taxa de atualização da rede SICol, se deve ao fato de ainda não ter sido realizada a migração do sistema para a arquitetura speciesLink o que deve ser feito ainda em 2010. Os números indicam que a arquitetura onde cada provedor de dados tem total autonomia e facilidade para atualizar seus dados, definindo dados públicos ou de acesso restrito, estimula a atualização permanente dos dados. Indica também a necessidade de um contato mais próximo às coleções, uma vez que podemos observar que redes mais antigas como o Biotasp e Taxonline, que não contam mais com apoio de projetos, têm índices menores de atualização. As redes estruturadas em 2009 não foram incluídas nessa análise.
A organização dos acervos em redes regionais ou estaduais e temáticas tem se mostrado eficiente. O modelo de financiamento é por projeto, uma vez que ainda não existem mecanismos para a manutenção de uma infraestrutura pública de dados com recursos das agências financiadoras. Em 2009, destaque deve ser dado ao início dos trabalhos com o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Herbário Virtual das Plantas e Fungos coordenado pela Profa. Leonor Maia da Universidade Federal de Pernambuco - Instituição Sede do Instituto. Participam do projeto 21 herbários colaboradores e associados. A atividade do CRIA é uma atividade meio que objetiva tornar os dados e informações disponíveis de forma livre e aberta na Internet em formato útil e utilizável. A existência de um grupo de coordenação responsável pela articulação dos provedores de dados fortalece a posição do CRIA que pode, dessa forma se dedicar ao desenvolvimento de sistemas, ferramentas e aplicativos, deixando a articulação e o convencimento político a ser debatido entre os pares.
Dora Canhos
04.12.2009
Coleções de Rondônia
Passaram a compartilhar seus dados com a rede speciesLink as coleções de referência da herpetofauna, mastofauna e avifauna de Rondônia da Fundação Universidade Federal de Rondônia. As coleções são depositárias do material testemunho das hidrelétricas do alto rio Madeira - UHE Santo Antônio e Jirau. A coleção CRHRO (herpetofauna) contém 22 famílias, 54 gêneros, 79 espécies e 228 espécimes. A coleção CRMRO (mastofauna) contém 9 ordens, 29 famílias, 51 genera, 57 espécies e 133 espécimes. A coleção CRAR (avifauna) abrange 4 ordens, 4 famílias, 5 gêneros, 5 espécies e 8 espécimes.
Dora Canhos
30.11.2009
Novos acervos integrados à rede speciesLink
UFES-CTA
- Coleção de Tecidos Animais do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Espírito Santo
O acervo de CTA/UFES consiste majoritariamente de tecidos animais de roedores, marsupiais e morcegos neotropicais, ainda que amostras de outros grupos taxonômicos de mamíferos, anfíbios e répteis também estejam representados. São 1.796 registros online dos quais 1.755 estão georreferenciados.
UFACPZ
- Herbário da Universidade Federal do Acre
O Herbário da UFAC (UFACPZ), criado em 1979, atualmente conta com 18.378 espécimes registrados, todos da flora amazônica brasileira. Teve como principal colaborador, o Jardim Botânico de Nova York que impulsionou as coletas a partir da década de 90. Além da parceria com o NYBG (New York Botanical Garden) mantém intercâmbio com os países vizinhos, Peru e Bolívia. São 306 registros para iniciar o processo.
HUEFS
- Herbário da Universidade Estadual de Feira de Santana
A coleção do HUEFS possui 151.500 espécimes de todos os grupos de algas, plantas e fungos, porém predominantemente de angiospermas do semi-árido nordestino. O Herbário da Universidade de Feira de Santana faz parte do INCT Herbário Virtual da Flora e dos Fungos.
Dora Canhos
04.11.2009
Novidades: Herbários
A rede speciesLink traz grandes novidades em relação aos herbários integrados à rede. Além da atualização dos dados dos Jardins Botânicos de Nova Iorque e Missouri, temos a repatriação dos dados de coletas realizadas no Brasil e depositadas no departamento de botânica do Smithsonian em Washington DC. Com isso os herbários internacionais estão contribuindo com mais de 450 mil registros, dos quais cerca de 145 mil são georreferenciados.
Algumas características dos dados repatriados são:
NYBG_BR
, com 241.281 registros sendo 98.849 georreferenciados. Baseado nos dados online, as famílias com mais dados são Asteraceae e Rubiaceae e os estados com mais coletas são Bahia, Minas Gerais, Goias, Rio de Janeiro e Paraná, que juntos representam mais de 50% dos dados. Para mais detalhes veja http://splink.cria.org.br/manager/detail?resource=NYBG_BR
MOBOT_BR
, com 177.874 registros sendo 44.465 georreferenciados. Baseado nos dados online, as famílias com mais dados são Bignoniaceae, Poaceae e Fabaceae e os estados com mais coletas são Amazonas, Minas Gerais, Bahia, Pará e Paraná, que juntos representam cerca de 50% dos dados. Para mais detalhes veja http://splink.cria.org.br/manager/detail?resource=MOBOT_BR
NMNG-Botany_BR
(Smithsonian): com 37.662 registros sendo 2.289 georreferenciados. Baseado nos dados online, as famílias com mais dados são Fabaceae e Poaceae e os estados com mais coletas são Minas Gerais, Amazonas, Bahia e Santa Catarina, representando cerca de 50% do total. Para mais detalhes veja http://splink.cria.org.br/manager/detail?resource=NMNH-Botany_BR
Também gostaríamos de anunciar a integração à rede speciesLink dos seguintes herbários: HTSA - Herbário do Trópico Semi-Árido da Embrapa Semi-Árido e HVASF - Herbário Vale do São Francisco da Universidade Federal do Vale do São Francisco.
O
HTSA
está disponibilizando 2.292 registros do seu acervo (total = 2.500) sendo 1.385 georreferenciados. Destaque é dado à família Arecaceae com cerca de 60 espécies representando a biodiversidade da flora de palmeiras do Nordeste. Pernambuco e Bahia são os estados mais coletados com 819 (36%) e 633 (28%) registros respectivamente. Para mais informações sobre o acervo online veja http://splink.cria.org.br/manager/detail?resource=HTSA .
O
HVASF
está disponibilizando 5.884 registros, sendo que as coordenadas geográficas estão bloqueadas. De acordo com a descrição oferecida pelo herbário o seu foco é a flora do Vale do São Francisco, mas também possui importante acervo de todos os ecossistemas encontrados no nordeste brasileiro. De acordo com a análise dos dados online, as famílias mais representativas são Fabaceae, Euphorbiaceae e Malvaceae. Os estados mais representativos são Pernambuco com 3.667 registros (63%), Bahia, com 1.312 registros (23%), Ceará com 451 registros (8%) e Paraíba com 250 registros (4%). . Para mais informações sobre o acervo online veja http://splink.cria.org.br/manager/detail?resource=HVASF
Com a inclusão desses novos herbários e com as atualizações regulares daqueles que já participavam da rede (47% dos herbários da rede speciesLink atualizaram os seus dados nos últimos 6 meses), a rede está servindo 2,2 milhões de registros sendo 824 mil georreferenciados.
Dora Canhos
19.08.2009
Novidades no Manager e nos Indicadores
A rede speciesLink tem duas novidades nos aplicativos:
Manager
e
Indicadores
. O manager agora somente apresenta as coleções ativas. Para visualizar as coleções que estão em processo de adesão à rede (já preencheram o questionário) é necessário clicar na opção "para ver também as coleções offline". Foi também incluída uma nova coluna para dados georreferenciados via aplicativo (automático). Com isso tem-se uma idéia mais clara do número de registros passíveis de serem georreferenciados por município, lembrando que os dados bloqueados pela coleção não são georreferenciados. Ainda no manager, agora na linha com os totais é apresentado o número total de coleções.
O novo indicador é o
índice de atualização
. As coleções são classificadas em três categorias: as que atualizaram os seus dados há mais de um ano; entre 6 meses e um ano; e há menos de 6 meses.
Como sempre, toda sugestão e crítica é bem-vinda.
Dora Canhos
03.08.2009
Novidades no Manager e no sistema de busca
O aplicativo
Manager
apresenta como novidade a coluna com o número de registros georreferenciados pelo sistema. São registros do Brasil que não têm dados sobre as coordenadas geográficas mas têm os campos Estado e Município preenchidos. O aplicativo inclui três campos novos ao registro - Latitude e Longitude do Município e erro máximo - tornando-o útil para aplicações onde essa precisão (coordenada do município fornecida pelo IBGE) for suficiente. Com isso, através do manager, o usuário passa a visualizar por coleção ou por grupo de acervos além das informações sobre o número de registros do acervo, número de registros on-line e georreferenciados na origem (dados fornecidos pela coleção), o número de registros georreferenciados pelo sistema.
Uma outra novidade diz respeito à inclusão do campo
Número de Catálogo
na
busca centralizada
da rede speciesLink, permitindo a busca pelo número de tombo (catálogo). Essa implementação foi sugerida pelo Murilo de Carvalho do Laboratório de Ictiologia da USP, Ribeirão Preto.
Dora Canhos
23.03.2009
Novo Acervo Integrado à Rede speciesLink
O Herbário Dr. Roberto Miguel Klein (FURB) do Departamento de Ciências Naturais da Universidade Regional de Blumenau foi integrado à rede speciesLink no dia 05 de março pp. Esse herbário, criado em 1990, tem como objetivo abrigar coleções e estimular estudos sobre a biodiversidade da flora especialmente aquela do Parque Nacional da Serra do Itajaí, do Vale do Itajaí e de Santa Catarina. Conta hoje com 10000 exsicatas, com uma xiloteca didática, coleção de musgos didático, e pteridófitas. A coleção está informatizada e de fácil acesso a consulta de espécies e locais de coleta. Está aberto à permuta, à consulta e empréstimos. Aceita doações de exsicatas identificadas.
Dora Canhos
20.01.2009
Novo Aplicativo
Estamos lançando uma nova ferramenta que esperamos seja útil para melhorar a qualidade dos dados georeferenciados da rede speciesLink. Há tempos foi desenvolvido um aplicativo que avalia se os dados dos campos Estado Município são consistentes com a coordenada geográfica informada para registros que ocorrem no Brasil. O aplicativo recupera os dados do município e estado para os dados de latitude e longitude registrados pela coleção da base de dados de municípios do IBGE. Compara os dados obtidos para Município Estado e verifica se são os mesmos registrados pela coleção. Se não forem, o registro é apresentado como suspeito.
Essa inconsistência dos dados geográficos pode representar erros na digitação dos valores das coordenadas, valores históricos que não acompanharam as mudanças de área e nomes de municípios ou erros no registro da unidade da coordenada.
A ferramenta que estamos lançando hoje trata desse último problema: possível erro na unidade registrada. O relatório data cleaning apresentado para cada coleção (veja
http://splink.cria.org.br/dc
) agora traz dentro do quadro dados geográficos, logo abaixo do item nome do município (Brasil) o novo item análise da coordenada (Brasil). Esse é o item que solicitamos que os curadores analisem.
Para todos os registros que apresentam inconsistência entre a coordenada geográfica e as informações sobre estado e município, o novo aplicativo realiza as seguintes etapas:
(1) verifica se as coordenadas podem estar expressas em graus:minutos:segundos (GMS)
(2) se a resposta for sim, verifica se ao transformar essas coordenadas assumindo que está em GMS em graus decimais (GD), os dados passam a ser consistentes (município IBGE = município registrado na coleção)
(3) os dados, que passam a ter consistência geográfica, são então apresentados em uma tabela com os valores originais e propostos para as coordenadas geográficas suspeitas.
(4) os dois pontos dados originais e coordenadas propostas podem também ser visualizados em um mapa.
Trata-se de uma ferramenta que busca auxiliar o trabalho do curador na limpeza e validação de seus dados. As sugestões aqui apresentadas não são necessariamente verdadeiras, cabendo ao responsável por cada coleção alterar ou não os dados sob a sua responsabilidade.
Como sempre colocamo-nos à disposição para receber críticas e sugestões.
Dora Canhos
23.12.2008
Novo release da ferramenta infoXY
Estamos lançando a versão 2.0 do aplicativo
infoXY
, cujo objetivo é auxiliar as coleções biológicas na validação de seus dados geográficos. Através da coordenada geográfica, a ferramenta retorna informações sobre o ponto, como o nome do país, estado ou região administrativa e o nome no município ou distrito. Se a coordenada cair no mar, a ferramenta irá calcular a distância até a costa do país mais próximo. As informações são obtidas do
GADM (Global Administrative Areas)
uma base de dados com a localidade das áreas administrativas do mundo (fronteiras). A versão atual do GADM mapeia 116.996 fronteiras administrativas.
Como sempre colocamo-nos à disposição para receber críticas e sugestões.
Dora Canhos
09.12.2008
Novidades da rede speciesLink
No mês passado lançamos a ferramenta de georeferenciamento automático para os registros do Brasil que não têm coordenadas geográficas, mas têm o nome do município, tendo como base a coordenada do ponto da sede municipal adotada pelo IBGE.
Estamos agora marcando registros "suspeitos" no resultado da
busca centralizada
. Registros "suspeitos" são aqueles cuja coordenada geográfica associada aos dados de país, estado e/ou município não é consistente com as informações da base do IBGE. São dados cujo ponto de ocorrência não cai no espaço geográfico registrado pela coleção. O sistema não analisa se a espécie é terrestre ou aquática. Se um registro tem como país "Brasil" e o ponto cair dentro do mar territorial brasileiro ele não será um registro suspeito independentemente da espécie, pois em termos geográficos, não há inconsistência. Ao mesmo tempo, dados históricos com dados municipais não atualizados podem ser classificados como suspeitos apesar da coordenada geográfica eventualmente estar correta.
Agora, ao selecionar as opções para filtrar dados, se o usuário selecionar:
a. "Georeferenciamento original", ele estará selecionando somente os registros com coordenadas geográficas registradas pelo provedor de dados;
b. "Georefereciamento automático por município", ele estará selecionando somente os registros com coordenadas geográficas calculadas por um aplicativo com base nos dados do município adotado pelo IBGE;
c. "Registros suspeitos", ele estará selecionando somente os registros com inconsistência geográfica, ou seja, os dados de localidade não são consistentes com as coordenadas geográficas registradas pelo provedor de dados;
d. "Registros não suspeitos", ele estará selecionando somente os registros onde não há inconsistência entre os dados de localidade e as coordenadas geográficas.
Na visualização dos dados como tabelas (html ou Excel), o sistema agora apresenta 2 conjuntos para coordenadas geográficas: "Longitude/Latitude/Precisão da coordenada" e "Long munic/Lat munic/Erro max(mt)". O primeiro conjunto se refere aos dados registrados nas coleções, enquanto os valores "munic" são coordenadas atribuídas pela ferramenta com base no banco de dados de município do IBGE.
Na visualização dos dados como arquivo html, os registros suspeitos apresentam um ícone de uma bandeira para alertar o usuário. Como arquivo Excel, o sistema apresenta mais uma coluna denominada "geo suspeito" com valores iguais a "0" (zero) ou "1" (um), onde um representa o registro suspeito.
Esses desenvolvimentos foram realizados graças ao apoio da
JRS Biodiversity Foundation
e da Fapesp.
Como sempre colocamo-nos à disposição para receber críticas e sugestões.
Dora Canhos
12.11.2008
Lançamento de novos aplicativos na rede speciesLink
Temos a satisfação da anunciar o lançamento de novos aplicativos na rede /species/Link.
1. georeferenciamento automático por município
O primeiro aplicativo diz respeito ao georeferenciamento automático de registros de coletas realizadas no Brasil. Os registros de ocorrência de espécies sem coordenadas geográficas, mas que possuem dados de município agora são automaticamente georefernciadas. Para tanto, foi desenvolvida uma ferramenta que adiciona três novos campos ao resultado da busca: "Long munic - Lat munic - Erro max (mt)". Os valores das coordenadas geográficas do município são obtidos da
base de municípios do IBGE.
O erro máximo é calculado como sendo a distância entre o ponto e a fronteira mais distante do município.
Os dados originais das coleções não foram alterados. Foram adicionadas 3 novas colunas ao banco de dados centralizado: Long munic, Lat munic, e Erro Max (mt).
Como resultado da busca, o sistema agora apresenta o número total de registros, o total de registros georeferenciados na origem (ou seja, registros com coordenadas geográficas registradas pela coleção) e o total de registros georeferenciados pela ferramenta desenvolvida pelo CRIA. Esses dados são apresentados por coleção e são totalizados. Podem ser recuperados como html, planilha, xml ou visualizados em uma base cartográfica. Favor acessar
a página de busca centralizada
e mande seus comentários e sugestões.
É também possível "filtrar" dados e dessa forma só recuperar os dados com as coordenadas originais ou só os dados com georeferenciamento automático por município (ou ambos).
No caso de registros que tiveram suas coordenadas geográficas bloqueadas na origem, não é realizado o georeferenciamento automático, respeitando a decisão do curador quanto à necessidade de proteger essa informação em relação aquele registro específico.
2. Novo mapa disponível via mapCria
Atendendo à demanda de usuários foi adicionada uma nova camada nas opções de mapas da rede speciesLink: "bioma". Ativando essa camada o usuário poderá visualizar o contorno dos biomas do Brasil. (Fonte:
Biomas do Brasil
, copyright: IBGE, escala: 1:5.000.000
3. Google maps
Além do serviço de mapas desenvolvido pelo CRIA (mapCria), o resultado da busca agora apresenta uma nova opção para o usuário: a visualização dos pontos de coleta no Google. Além das camadas disponíveis (mapa, satélite e híbrido), um aplicativo interessante é a possibilidade de "clicar" no ponto de ocorrência da espécie procurada e visualizar dados mínimos como coleção de origem, nome científico da espécie, coletor, data da coleta e um link para a ficha do espécime disponível na rede speciesLink.
Esses desenvolvimentos foram realizados graças ao apoio da
JRS Biodiversity Foundation
e da Fapesp.
Como sempre colocamo-nos à disposição para receber críticas e sugestões.
Dora Canhos
03.11.2008
Novo acervo integrado à rede speciesLink
O herbário QCA da Pontifícia Universidad Católica del Ecuador está integrando dados de seu acervo amazônico à rede speciesLink. São 35.460 registros disponibilizados on-line sendo 34.257 (~ 97%) georeferenciados. Consideramos essa integração importante para um maior conhecimento da flora amazônica.
Dora Canhos
24.09.2008
Atualização
A rede hoje está disponibilizando 2.866.828 registros on-line, sendo 1.262.478 (44%) georreferenciados. São 157 coleções e subcoleções compartilhando os seus dados não sensíveis de maneira livre e aberta na Internet. Um outro dado interessante é a freqüência de atualização dos dados na rede. Os números hoje indicam que 47% das coleções atualizaram os seus dados nos últimos 3 meses e 18% nos últimos 3 a 6 meses. Somente 18% das coleções não atualizaram os seus dados há mais de um ano. Considero esse dado muito importante principalmente pelo fato da grande maioria das coleções e do próprio CRIA no momento não receberem apoio direto para a digitação de seus acervos e para a manutenção do sistema. Talvez isso seja reflexo de uma rotina de digitação já estabelecida pela maioria das coleções, de uma arquitetura que dá a cada coleção total autonomia na atualização de seus dados e na percepção cada vez maior do benefício de compartilhar dados. Gostaria de também registrar a atualização dos dados do Jardim Botânico de Nova Iorque que de 193 mil registros passa a disponibilizar 225 mil, sendo que mais de 90 mil estão georreferenciados. Recomendamos aos curadores de herbários analisarem os dados comparativos das duplicatas de Nova Iorque com as de outros herbários, uma vez que o relatório de data cleaning apresenta as duplicatas com nomes diferentes, indicando ainda o nome do especialista e data da identificação.
Dora Canhos
01.09.2008
Novo indicador
Estamos lançando um novo indicador que acreditamos ser útil para avaliar o grau de regionalização da rede speciesLink e, à medida que a participação das coleções na rede cresce, para identificar os estados que necessitam de mais investimentos em coleções biológicas. O indicador mostra o número de coleções e subcoleções por Estado brasileiro. Os indicadores estão disponíveis no endereço
splink.cria.org.br/indicators
.
Dora Canhos
25.07.2008
Catálogo de Abelhas Moure
No último dia 23 de julho de 2008 foi lançada a versão final do Catálogo de Abelhas Moure em cerimônia oficial durante o VIII Encontro sobre Abelhas, em Ribeirão Preto, SP, presidida pelo Prof. Gabriel Melo, coordenador do projeto.
O Catálogo de Abelhas Moure, em versão impressa e eletrônica, é fruto de árduo trabalho de compilação de dados coletados durante muitos anos pelo Prof. Moure e vários colaboradores e teve apoio da Financiadora de Estudos e Projetos, Finep.
Uma parceria entre a Universidade Federal do Paraná, UFPR, e o Centro de Referência em Informação Ambiental, CRIA, tornou possível o acesso público e gratuito, a qualquer interessado, a todo o conteúdo do Catálogo através da Internet no endereço
http://moure.cria.org.br
.
É com grande orgulho que convidamos a todos os pesquisadores da área, e o público em geral, a conhecerem mais esse sistema alimentado por vários especialistas (veja
http://moure.cria.org.br/credits
) e desenvolvido e mantido pelo CRIA, que, novamente em parceria com a comunidade científica, procura cumprir o seu papel de disseminar o conhecimento científico e promover a educação, visando a conservação e utilização sustentável dos recursos naturais e a formação da cidadania.
Dora Canhos
11.07.2008
Novas coleções integradas à rede
É com muito satisfação que anuncio a ampliação do número de coleções integradas à rede speciesLink. São coleções que pertencem à rede Taxonline do Paraná. São elas:
Maringá:
HUEM | Herbário UEM
NUP | Coleção Ictiológica do Nupélia
Curitiba:
MHNCI-Arachnida | Coleção de Arachnida do Museu de História Natural Capão da Imbuia
MHNCI-Aves | Coleção Ornitológica
MHNCI-Crustacea | Coleção de Crustacea do Museu de História Natural Capão da Imbuia
MHNCI-Entomologia | Coleção Entomológica do Museu de História Natural Capão da Imbuia
MHNCI-Herpeto | Coleção Herpetológica
MHNCI-Mamiferos | Coleção de Mamíferos
MHNCI-Miriapoda | Coleção de Miriapoda do Museu de História Natural Capão da Imbuia
MHNCI-Mollusca | Coleção de Mollusca do Museu de História Natural Capão da Imbuia
Aranhas-Solobioma | Coleção de Aranhas
DZUP-Cnidaria | Coleção de Cnidaria
Ponta Grossa:
HUEPG | Herbário UEPG
CECG | Coleção Entomológica dos Campos Gerais do Paraná
A rede Taxonline passa a ter agora 32 coleções integradas, algumas ainda em fase inicial de digitação dos acervos, outras extremamente ativas com mais de 80% algumas com 100% dos seus acervos on-line. O número total de registros de todos os acervos somados é 3.804.487 com 13 % on-line (488.225 registros). Desse total, cerca de 90 mil (18%) estão georeferenciados. A rede tem, portanto, um longo trabalho pela frente de digitação de cerca de 3,3 milhões de registros. Analisando os indicadores disponíveis na rede, 68,4 % dos registros on-line (263.607) são da região Sul, quase todos do Estado do Paraná. Cerca de 70% são registros de plantas.
Com essas novas coleções integradas, com o aumento da disponibilização dos dados do Herbário do Museu Botânico Municipal e a participação ativa da grande maioria das coleções da rede (além das 14 novas coleções, 12 coleções atualizaram seus dados no mês de julho), a rede speciesLink atualmente está disponibilizando 2.770.759 registros de acesso livre e aberto, sendo 1.221.500 (44%) georeferenciados. Nossa meta para o primeiro semestre era de 2,5 milhões de registros, o que graças ao empenho de todas as coleções foi superada. Agora trabalhamos com a meta de 3 milhões de registros para o final de 2008.
Dora Canhos
27.06.2008
Novos indicadores
Estamos lançando mais dois indicadores que esperamos possam ser úteis na análise dos dados disponibilizados na rede speciesLink (veja http://splink.cria.org.br/indicators/). São eles:
- grupos taxonômicos; e,
- regiões brasileiras
O indicador "grupo taxonômico" procura dar uma idéia da proporção dos registros por grupo taxonômico. Se o usuário optar por analisar todos os dados, o gráfico apresentado irá mostrar a proporção de registros de animais, plantas (aqui incluímos os fungos herborizados) e microrganismos. Como existem alguns sistemas que possuem esses três grupos (como o SinBiota), nesse caso aparece um quarto grupo que denominamos "acervos abrangentes". Se o usuário optar por todos os acervos de "animais", o sistema irá mostrar o número e a proporção de registros de vertebrados, invertebrados terrestres e invertebrados aquáticos. E assim por diante... A informação baseia-se no número de registros on-line e na classificação hierárquica de cada coleção por grupo taxonômico (metadados).
O indicador "regiões brasileiras" mostra o número de registros por região geográfica do Brasil, para todos os registros da rede ou para determinada rede, grupo taxonômico ou coleção. O indicador também apresenta o número de registros por km2 por região. A idéia é comparar o nível de conhecimento das regiões e oferecer mais um elemento de análise para auxiliar pesquisadores e tomadores de decisão na definição das regiões prioritárias para coletas e/ou inclusão de acervos e digitação de dados.
Outros indicadores disponíveis são:
- coletores: 20 coletores com maior número de registros on-line, por rede, acervo
- data de coleta: número de registros por ano de coleta
- estados (Brasil): Pizza com o percentual dos registros por estado brasileiro
- famílias: Gráfico das 20 famílias com maior número de registros on-line
- informatização: Pizza com o percentual de registros on-line, georeferenciados e off-line
- mapa: pontos de ocorrência dos registros georeferenciados plotados em um mapa
- material tipo: Gráfico do número de materiais-tipo (tipos nomenclaturais). Como os gráficos são gerados tendo como base o preenchimento ou não do campo, pode haver erros pelo fato de algumas coleções incluírem observações como "não tipo" ou até "?"
- Países: pizza com o percentual do número de registros por países de origem da coleta
- registros: Gráfico do histórico do envio e retirada de dados da rede. São apresentadas as médias mensais, tanto do número total de registros on-line, como também do número de registros georeferenciados.
Como sempre, críticas e sugestões são bem-vindas.
Dora Canhos
23.06.2008
Rede de Herbários do Nordeste
É com muita satisfação que comunico a integração dos dados dos acervos da rede de herbários do nordeste, projeto coordenado pela Professora Maria Regina de Vasconcellos Barbosa. Os seguintes herbários estão disponibilizando os seus dados de forma livre e aberta na rede speciesLink:
1. ASE (Herbário da Universidade Federal de Sergipe), com um importante acervo da biodiversidade de plantas do nordeste, particularmente de Sergipe;
2. EAC (Herbário Prisco Bezerra, Universidade Federal do Ceará), predominantemente, exemplares de Angiospermas, com a maior representatividade de espécimes de Leguminosas, Euforbiáceas, Asteráceas e Rubiáceas;
3. EAN (Herbário Jaime Coelho de Moraes, Universidade Federal da Paraíba)
4. HST (Herbário Sérgio Tavares, Universidade Federal Rural de Pernambuco), além da coleção proveniente do inventário florestal do Nordeste, compõem também o acervo a coleção da flora do arquipélago de Fernando de Noronha.
5. IPA (Herbário - IPA Dárdano de Andrade Lima, Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária), a mais antiga e completa fonte de informação sobre a flora do Nordeste do Brasil.
6. JPB (Herbário Lauro Pires Xavier, Universidade Federal da Paraíba), herbário de referência para o Projeto Flora Paraibana.
7. MAC (Herbário do Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas), depositário da principal coleção do Estado de Alagoas.
8. MOSS (Herbário Dárdano de Andrade Lima, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, Rio Grande do Norte), 90% dos 9800 registros são provenientes do Estado do Rio Grande do Norte.
9. PEUFR (Herbário Professor Vasconcelos Sobrinho, Universidade Federal Rural de Pernambuco)
10. TEPB (Herbário Graziela Barroso, Universidade Federal do Piauí), conta atualmente com 23.130 exsicatas, a maioria proveniente de fitofisionomias do estado do Piauí.
11. UFP (Herbário UFP - Geraldo Mariz, Universidade Federal de Pernambuco), possui coleções de referência, a exemplo de typus, Bryophyta, Mixomycetes e Pteridophyta (Criptógamos) e Bromeliaceae e Cyperaceae (Fanerógamos).
12. UFP-Carpoteca (Carpoteca UFP, Universidade Federal de Pernambuco), coleção didática de frutos do Herbário UFP.
13. UFRN (Herbário UFRN, Universidade Federal do Rio Grande do Norte), com 7.700 exsicatas pertencentes a 160 famílias, destacando-se as Fabaceae (1302), Poaceae (283), Rubiaceae (272), Asteraceae (232), Euphorbiaceae (329), Erythroxylaceae (230), Myrtaceae (203) e Convolvulaceae (202).
14. UFRN-Fungos (Herbário UFRN - Fungos, Universidade Federal do Rio Grande do Norte), com aproximadamente 500 exemplares coletados principalmente em diferentes municípios da região Nordeste do Brasil, destacando-se 1 holótipo (Geastrum entomophilum) e 1 isótipo (Phallus pygmaeus). As famílias mais representativas em número de espécies são Geastraceae e Phallaceae.
15. URM (Herbário Pe. Camille Torrand, Universidade Federal de Pernambuco), possui aproximadamente 79.000 registros de fungos e 46.000 exsicatas, sendo considerado a maior coleção de fungos herborizados na América Latina.
A integração desses acervos contou com a participação ativa do Itamar Barbosa de Lima do Herbário Lauro Pires Xavier, Universidade Federal da Paraíba que trabalhou em colaboração com os técnicos do CRIA.
Hoje, dia 23 de junho de 2008, a rede de herbários do nordeste está servindo 160.913 registros (40% do total dos acervos), sendo cerca de 20 mil georeferenciados. Cerca de 90% dos dados on-line são provenientes da própria região nordeste. Trata-se de um grande passo para a consolidação da infra-estrutura de dados sobre biodiversidade de acesso livre e aberto que juntos estamos procurando desenvolver para atender à demanda de pesquisa sobre a flora do Brasil. A página de busca da rede está disponível no endereço
http://splink.cria.org.br/centralized_search
.
Dora Canhos
02.06.2008
Museu de Zoologia da Unicamp
Gostaríamos de destacar o trabalho realizado pelo Museu de Zoologia da Unicamp para tornar os dados de seus acervos de acesso público. A parceria com a rede speciesLink data de novembro de 2004 quando foram disponibilizadas as coleções de anfíbios, répteis, peixes, mamíferos e aves, no entanto, sem dados georeferenciados. Em março de 2008 foram integrados os acervos de Bivalvia, Gastropoda e Ophiuroidea e em maio os de Polychaeta e Lepidóptera. Do acervo do Museu de Zoologia estimado em cerca de 170 mil registros para esses grupos, 18% está on-line (30.483 registros) sendo que desse total 84%, ou 25.569 registros estão georeferenciados. Aproveitamos a oportunidade para parabenizar a equipe da Unicamp pelo trabalho realizado.
Dora Canhos
03.04.2008
Rede de Herbários do Nordeste
Foi iniciado o processo de integração da rede de herbários do nordeste à rede speciesLink. Esse trabalho contou com o apoio do CNPq sob a coordenação da Universidade Federal da Paraíba. Por enquanto são 8 herbários dos estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Piauí:
1. Herbário Prisco Bezerra (EAC), Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE
2. Herbário Lauro Pires Xavier (JPB), Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, PB
3. Herbário Sérgio Tavares (HST), Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, PE
4. Herbário Dárdano de Andrade Lima (IPA), Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária, Recife, PE
5. Herbário Professor Vasconcelos Sobrinho (PEUFR), Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, PE
6. Herbário Geraldo Mariz (UFP), Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE
7. Herbário Pe. Camille Torrand (URM), Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE
8. Herbário Graziela Barroso (TEPB), Universidade Federal do Piauí, Teresina, PI
O acervo total desses herbários é de 327.407 exsicatas sendo que estão disponibilizando 112.379 registros on-line dos quais 11.135 (10%) estão georeferenciados. Vejam o perfil de cada herbário clicando no ícone na tabela do sistema de gerenciamento da rede disponível no endereço http://splink.cria.org.br/manager. Juntos, os herbários que estão participando da rede speciesLink estão disponibilizando mais de 1,5 milhão de registros on-line de acesso livre e aberto.
Dora Canhos
24.03.2008
Novas Coleções na Rede
Passaram a integrar a rede speciesLink as coleções de Bivalvia, Gastropoda e Ophiuroidea do Museu de Zoologia do Instituto de Biologia da Unicamp e o Herbário Mogiense do Núcleo de Ciências Ambientais (NCA) da Universidade de Mogi das Cruzes.
Dora Canhos
01.02.2008
Lançamento dos Indicadores da Rede
Com o volume de dados disponíveis na rede
species
Link, que em janeiro de 2008 quase chegou a 2,3 milhões de registros, iniciamos o processo de criação de
indicadores
, sempre com base nos registros on-line. Aspectos como fluxo dos dados (entrada e saída), percentual de dados digitalizados e georeferenciados, a quantidade de registros por estado e alguns "top 20" como os 20 coletores com maior número de registros on-line e as 20 famílias com maior número de registros podem agora ser analisados. Com o tempo, a medida que mais coleções participarem da rede com seus acervos totalmente informatizados, aí sim, pode-se desenvolver ferramentas de monitoramento e de identificação de lacunas de informação taxonômica e geográfica.
Dora Canhos
19.12.2007
Balanço 2007
A rede speciesLink hoje integra os acervos mantidos por 31 instituições brasileiras e 2 do exterior. São 38 coleções e subcoleções de plantas, 84 zoológicas e 9 microbiológicas.
O número total de registros estimados para os acervos de plantas é de cerca de 2,6 milhões sendo que cerca de 1,5 milhão está on-line e desse total 625 mil estão georeferenciados. Isso graças também à repatriação de dados dos Jardins Botânicos de Nova Iorque (NYBG) e Missouri (MOBOT) que hoje contribuem com cerca de 350 mil registros, sendo cerca de 30% georeferenciados.
Os acervos das coleções zoológicas participantes somam estimados 4,8 milhões, sendo cerca de 600 mil estão on-line e cerca de metade georeferenciados.
A rede também integra dados de 9 coleções de microrganismos (da rede SICol) com cerca de 9 mil registros on-line, nenhum georeferenciado.
Com relação a dados de observação, a rede integra os dados de 2 sistemas de informação (SinBiota e OBIS Brasil) e mais 2 bancos de dados, Banco de dados de Mamíferos do Estado do Espírito Santo e Fundación Puerto Rastrojo - Colômbia. Os dados desses sistemas somam 155 mil.
Somando tudo isso, hoje, dia 19 de dezembro de 2007 às 11:17, a rede speciesLink está servindo, graças ao empenho e colaboração de todas essas instituições (e pessoas) 2.274.330 registros on-line, sendo 1.110.758 (49%) georeferenciados.
É importante ressaltar que 28 coleções atualizaram os seus dados neste mês de dezembro e apenas 23 coleções não atualizam os seus dados há mais de 6 meses. Apenas 9 coleções não atualizam os dados desde o término do apoio da Fapesp ao projeto em novembro de 2005.
Esperamos que 2008 traga novas oportunidades de cooperação e recursos para realizarmos um trabalho mais tranqüilo e dedicado à construção dessa iniciativa tão bem sucedida que hoje é uma realidade graças ao trabalho e entusiasmo daqueles que acreditam numa ação colaborativa visando o bem comum.
Dora Canhos
29.11.2007
Novidades da rede speciesLink
Graças à parceria estabelecida com o INPA, e àquelas já consolidadas com as coleções biológicas do Estado de São Paulo, a rede Taxonline do Paraná, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a rede Capixaba, a rede de Polinizadores e os nossos parceiros internacionais, os Jardins Botânicos de Nova Iorque e Missouri, a rede speciesLink hoje (29/11/2007) está servindo 1.959.764 registros (logo devemos ultrapassar a marca de 2 milhões!!) sendo cerca de 650 mil georeferenciados. Todos os dados de acesso livre, aberto e gratuito. São 32 instituições, 128 coleções e subcoleções, 3 redes (SICol - microrganismos; OBIS Brasil - Informações biogeográficas dos oceanos; e SinBiota - inventários de 79 projetos do programa Biota/Fapesp) e dois bancos de dados de observação depositados por pesquisadores.
Dora Canhos
19.11.2007
Novos desenvolvimentos da rede speciesLink
Foram integrados os dados das listas vermelhas da IUCN, da revisão da Lista da Flora Brasileira Ameaçada de Extinção da Biodiversitas e a Lista Nacional das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção do MMA. Essas informações estão disponíveis no serviço de busca por nome científico (http://names.cria.org.br) com links para as respectivas fontes. Também, ao realizar uma busca na rede speciesLink (http://splink.cria.org.br/centralized_search) a resposta traz o ícone *sp* (que é porta de acesso à busca integrada de nomes nos dicionários e em toda a rede cria e alguns sistemas externos) em vermelho, indicando que aquela espécie foi incluída em algumas dessas listas.
O resultado da busca agora traz a indicação clara quando a coordenada geográfica foi bloqueada para distinguir dados restritos ou sensíveis da ausência do dado. Quando um pesquisador realiza uma busca, ele passa a saber se o dado existe, mas foi bloqueado, ou se a coleta não foi georeferenciada. Isso permite ao pesquisador entrar em contato com o curador para solicitar o dado de acesso restrito.
A ferramenta data cleaning apresenta uma tabela com todos os registros que têm dados dos municípios, mas que não têm as coordenadas geográficas do ponto da coleta, indicando qual é a coordenada do município (dados do IBGE). Além disso, esse dado agora está associado a um erro máximo do ponto. Portanto, se a coleção for usar esta coordenada pode associar a ela a precisão do dado com o valor do erro máximo.
Dora Canhos
17.08.2007
Rede Capixaba
A rede speciesLink é um sistema distribuído de informação que integra, em tempo real, dados primários de aproximadamente 100 coleções científicas de diversos estados brasileiros e, a partir de agora, do Espírito Santo.
Esta ação faz parte do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico em Biodiversidade, da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (
Sect
), que prevê a implantação do Sistema de Gestão de Informação sobre a Biodiversidade.
Para apresentar o novo sistema de informação, a Sect - em parceria com o Cria - reuniu na última semana um grupo de 26 pesquisadores da área envolvidos no Projeto.
De acordo com a Gerência em Pesquisa em Ciências Ambientais da Sect www.sect.es.gov.br, com as informações existentes no banco de dados, será possível integrar a informação primária sobre biodiversidade que está disponível em museus, herbários e coleções microbiológicas, tornando-a disponível, de forma livre e aberta na Internet. Paralelamente estão sendo desenvolvidas ferramentas para análise e produção de sínteses do conhecimento.
Para a realização deste Projeto, a Sect está investindo R$ 1,3 milhão, sendo R$ 878,5 mil provenientes do Ministério da Ciência e Tecnologia (
MCT
) e R$ 439,7 mil de recursos próprios.
FONTE
Secretaria de Ciência e Tecnologia do Espírito Santo Assessoria de Comunicação da Sect Luisi Pessôa - Jornalista Telefone: 3380-3780
Dora Canhos
06.08.2007
Novidades da rede speciesLink até Julho de 2007
Graças ao apoio do GBIF as seguintes coleções foram integradas à rede: CEMeC, Coleção Entomológica Moure & Costa, EBDA - Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola, BA, Salvador; DSEC, Coleção Entomológica do Depto. de Sistemática e Ecologia da UFPB - Universidade Federal da Paraíba; LEBIC, Laboratório de Ecologia e Biogeografia de Insetos da Caatinga, UFCG - Universidade Federal de Campina Grande, PB, Patos; Plebeia UFPE, Plebeia - Coleção Entomológica de Polinizadores, UFPE - Universidade Federal de Pernambuco, PE, Recife; MCP, Coleção de Abelhas do Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS, PUCRS - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, RS, Porto Alegre. São 38 mil novos registros (cerca de 12 mil georeferenciados) de um acervo total de 140 mil. A rede de polinizadores, conta ainda com as coleções do Estado de São Paulo e Paraná que já haviam disponibilizados os seus dados: CEPANN, Coleção Entomológica Paulo Nogueira-Neto - IB/USP, com 38.613 registros, todos on-line sendo 90% georeferenciados; RPSP, Coleção de Abelhas do Departamento de Biologia - FFCLRP/USP com um acervo de 171 mil espécimes, disponibilizando cerca de 70 mil registros on-line dos quais cerca de 80% estão georeferenciados; DZUP Hymenoptera, Coleção Entomológica Pe. Jesus Santiago Moure (Hymenoptera), com 500 mil exemplares, com 14 mil registros on-line e desses, cerca de 92% georeferenciados (rede Taxonline).
Assim, a rede de polinizadores disponibiliza hoje cerca de 160 mil registros de um total de 850 mil, sendo 115 mil georeferenciados.
O Herbário Lauro Pires Xavier (JPB) da Universidade Federal da Paraíba também se integrou à rede speciesLink. Seu acervo com 35.000 exsicatas está quase que totalmente disponível on-line. São 33.892 registros sendo 3.619 georeferenciados. Ainda em relação aos herbários, o acervo das coletas realizadas no Brasil depositadas no Missouri Botanical Garden foram indexadas e estão disponíveis na rede speciesLink. São 157 mil registros, dos quais cerca de 45 mil estão georeferenciadas. A rede de herbários conta agora com 968 mil registros on-line, de um acervo de cerca de 2,4 milhões, sendo 350 mil georeferenciados.
Qualquer dúvida, sugestão ou crítica, por favor entrem em contato com a equipe do CRIA.
Dora Canhos
05.07.2007
Novidades da rede
No primeiro semestre de 2007 foram desenvolvidos alguns aplicativos para a rede speciesLink com recursos da JRS Biodiversity Foundation. Gostaríamos de destacar os seguintes:
(1) Foi desenvolvido um
sistema de busca centralizada
. A filosofia básica da rede continua a mesma. Cabe ao curador determinar quais dados serão disponibilizados, podendo alterar, adicionar ou apagar registros quando quiser. Diariamente é feita uma varredura nos acervos das coleções participantes e, quando alterações são detectadas, os registros são indexados no banco de dados centralizado no CRIA. Além de melhorar a performance de busca do sistema, a centralização dos dados permitiu desenvolver alguns indicadores que, na nossa opinião, estão bem interessantes, além de possibilitar a realização de backups mais eficientes dos dados disponíveis na rede. Como fator de segurança isso é muito bom, lembrando que só são enviados à rede os campos e registros liberados pelo curador, sendo o backup uma fotografia dos dados que estão /on-line/. Continua sendo imprescindível que cada colação seja responsável pelos seus próprios backups.
(2) Ainda em relação ao sistema centralizado, as coleções foram classificadas de acordo com o grupo taxonômico, localização geográfica da coleção (não do dado) e se os dados são de observação ou /voucher/. Essa classificação auxilia o usuário na escolha das coleções onde a busca deverá ser realizada.
(3) Mapas. O MMA recentemente lançou para download e uso gratuito, os mapas das áreas protegidas e os para ações prioritárias. Esses mapas foram incorporados ao mapa que é visualizado quando é feita uma busca na rede speciesLink. Para visualizá-los é só ligar ou desligar os layers. É importante primeiro fazer um "zoom in" e selecionar o Brasil ou a região desejada e ligar os layers. Um outro desenvolvimento é o botão ou opção "i" no menu dos mapas. Clicando no "i" (informação do ponto) e em um ponto no mapa, o sistema devolverá o lat/long do ponto, mais as informações dos mapas/camadas que estão ligadas. No caso dos mapas do MMA o sistema retornará os metadados com a informação das áreas já protegidas ou das áreas para ações prioritárias.
(4) Uma nova ferramenta está disponível. Trata-se do "
network manager"
. O default (coleções) é uma lista das coleções e redes disponíveis. A opção "monitor" traz o total do acervo, número de registros on-line e número de registros georeferenciados de cada coleção. A opção seguinte é o de "indicadores" que foi desenvolvido graças à centralização dos dados. Estamos ainda trabalhando neles (são indicadores dos dados da rede) e gostaríamos de receber seus comentários e sugestões. A opção seguinte "providers" é mais para o uso do CRIA e monitora a performance dos servidores regionais.
(5) O acrônimo de cada coleção é clicável. Como resposta o usuário recebe os dados de cada coleção como descrição, contato, mapas da distribuição/densidade dos pontos, e perfil. Aqui também gostaríamos que vocês navegassem no sistema para depois enviar críticas e sugestões.
(6) Por último temos a ferramenta de data cleaning (http://splink.cria.org.br/dc) que vem sendo aperfeiçoada continuamente. Gostaríamos que vocês olhassem o inventário dos tipos. Fica claro que cada coleção tem que trabalhar na padronização dos dados, mas acho que a visualização está legal.
Gostaríamos de receber críticas e sugestões em relação aos novos aplicativos.
Dora Canhos
19.06.2007
Novo Marco da Rede
Temos o prazer de comunicar que, graças ao empenho de todas as coleções participantes da rede speciesLink (http://splink.cria.org.br), superamos a marca de 1.5 milhão de registros on-line. Parabéns a todos.
Dora Canhos
19.01.2007
Balanço 2006
O primeiro indicador diz respeito ao volume de dados e número de coleções participantes da rede. Em 2006 o volume de dados aumentou 63%, passando de cerca de 700 mil registros para cerca de 1,16 milhão. Esse aumento deve-se principalmente a dois fatores: (i) ao esforço de digitação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, que saltou de 6 mil para mais de 275 mil registros on-line; e (ii) à integração dos dados das coleções associadas à Rede Paranaense de Coleções Biológicas, a Taxonline.
O número de coleções e subcoleções participantes da rede speciesLink também aumentou no período. Em outubro de 2005 a rede incluía os acervos de 41 coleções e subcoleções pertencentes a três universidades estaduais e sete institutos de pesquisa do Estado de São Paulo e ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro, além dos dados de observação do sistema SinBiota do programa Biota/Fapesp. A rede hoje conta com a participação de coleções do Estado de São Paulo, da Rede Paranaense, da Rede Fluminense, da rede SICol (coleções microbianas) e do SinBiota. São 68 coleções e subcoleções integradas em rede, sendo que dessas, cinco no momento não estão disponibilizando dados.
Com o aumento do número de coleções participantes, o número de registros nos acervos das coleções associadas à rede speciesLink saltou de 2,4 milhões para 6,1 milhões, o que representa um aumento de mais de 150%. Esse aumento é devido, principalmente à entrada das coleções de insetos da Universidade Federal do Paraná com mais de 3 milhões de exemplares. Como essas coleções têm pouco material digitado, a porcentagem de registros on-line caiu de 30% dos registros de todos os acervos para 19%. No entanto, o índice de geo-referenciamento aumento, de 42% dos registros on-line georeferenciados em 2005 para 46% em 2006.
Em termos de registros on-line, 60% dos dados são de herbários seguido por insetos (13%), principalmente abelhas, e peixes (11%). O SinBiota contribui com 8% do total. Um outro dado importante diz respeito ao local das coletas. 88% dos registros são de coletas realizadas no país sendo que desse total, menos de 20% é do Estado de São Paulo.
Ainda dentro do indicador volume, tem-se a repatriação de dados. Durante o projeto, foram integradas algumas coleções do exterior, com o intuito de testar o protocolo e a viabilidade técnica do país em participar de uma rede internacional. Foram integrados os acervos do Museu de História Natural e o Herbário da Suécia e os acervos da Universidade de Kansas. Os acervos disponíveis somavam mais de 4 milhões de registros, mas com apenas 12 mil registros de material coletado no Brasil. Em 2006 foi estabelecida uma parceria com os Jardins Botânicos de Nova Iorque e de Missouri que passaram a integrar os seus dados à rede speciesLink. Os registros foram filtrados para somente incluir as coletas realizadas no Brasil. Assim, foram integrados mais 188 mil registros sendo 60 mil georeferenciados. Esses números representam um aumento 30% dos registros de herbários on-line.
Visando melhorar a qualidade dos dados disponíveis na rede speciesLink, foram desenvolvidas duas linhas de ação: (i) o desenvolvimento de ferramentas para auxiliar as coleções no trabalho de detecção de possíveis erros no registro de seus dados, e (ii) o desenvolvimento de listas de nomes que poderão ser usadas como dicionários.
Ainda com respeito à qualidade dos dados, o Brasil precisa de listas de nomes científicos para validar os nomes dos espécimes de seus acervos. Em 2006 o CRIA desenvolveu trabalhos com plantas e abelhas.
Com o apoio da Fapesp, Fundação Vitae e Natura, e em colaboração com o Jardim Botânico de Missouri e a Unicamp, foi desenvolvido o sistema Flora brasiliensis on-line (
florabrasiliensis.cria.org.br
). O sistema integra imagens de quase 4 mil pranchas e mais de 10 mil páginas (textos) digitalizadas em alta resolução, on-line, com nomes e descrições de 210 famílias, 2.298 gêneros e 22.550 espécies. Para a atualização dos nomes foi desenvolvido o sistema Flora brasiliensis revisitada (
flora.cria.org.br
) cuja proposta é servir de base para a construção colaborativa de uma lista de nomes de plantas brasileiras. No momento o sistema contém 186 gêneros e 2.271 espécies, sendo que a família Bignoniaceae está completa. Foi feito um estudo junto com o Jardim Botânico de Missouri e foram desenvolvidos aplicativos para importar os dados do sistema Trópicos para o sistema Flora brasiliensis revisitada. As primeiras 2 famílias cujos dados foram importados são Rutaceae e Simaroubaceae que serão revisados pelo Prof. José Rubens Pirani do Departamento de Botânica, IB/USP.
Em 2006 foi também lançado o sistema de informação on-line com o Catálogo de Abelhas Moure (
moure.cria.org.br
). O trabalho de revisão taxonômica foi coordenado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) contando com a colaboração de pesquisadores da USP-Ribeirão Preto e da Universidade Federal de Minas Gerais, além da própria UFPR. São mais de 2.500 nomes de abelhas, validados por especialistas, com os respectivos autores, dados sobre tipos, distribuição geográfica e referências bibliográficas.
Um terceiro indicador tecnologia, mede o desenvolvimento de ferramentas e aplicativos. Em 2006 foram desenvolvidas ferramentas para limpeza de dados e para modelagem de nicho ecológico de espécies (openModeller). O software para espelhamento dos dados das coleções em servidores regionais (spLinker) foi aprimorado e foi desenvolvido em software para gerenciamento de coleções (speciesBase).
O último indicador uso traz dados muito importantes. Somando o acesso à rede speciesLink e ao sistema Flora brasiliensis tivemos em 2006 mais de 170 mil visitantes únicos, 250 mil visitas, mais de 3 milhões de páginas acessadas, mais de 19 milhões de hits e um tráfego de dados de cerca de 180 Gbytes. Uma análise dos domínios e países que acessaram os sistemas tem-se que mais de 70% dos usuários são do Brasil e menos que 1% é proveniente da rede comercial. Os dados indicam que os sistemas estão sendo utilizados prioritariamente por usuários do Brasil, que são o nosso público alvo.
Dora Canhos
09.11.2006
Mais um elemento de análise
Gostaríamos de comunicar o lançamento de mais um elemento de análise dos dados de acervos visando auxiliar os curadores no processo de limpeza e validação dos dados. Percebemos que existem erros de digitação da data de coleta e então introduzimos mais dois elementos muito simples que são: o sistema agora lista todos os registros com mais de 75 anos e, os registros com data de coleta superior à data da última atualização da coleção na rede speciesLink. No caso de acervos antigos, é evidente que o sistema encontrará registros que estão corretos. Mas mesmo nessas coleções encontramos datas erradas. Por favor acessem a página de data cleaning da rede speciesLink (http://splink.cria.org.br/dc) e acessem o relatório de análise da coleção desejada.
Como sempre, toda crítica ou sugestão é bem-vinda. Equipe CRIA
Dora Canhos
15.09.2006
Balanço da rede speciesLink
Além das coleções localizadas no Estado de São Paulo, a rede conta agora com a participação do herbário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (http://www.jbrj.gov.br) e da Rede Paranaense de Coleções Biológicas - TAXonline (http://www.taxonline.ufpr.br). O Jardim Botânico do Rio de Janeiro está compartilhando dados do herbário, do banco de DNA e da xiloteca. São 283.343 registros on-line, de um total estimado de 459.700. Ou seja, 62% dos registros do acervo estão disponíveis. Do número total de registros disponíveis on-line, 166.492 (59%) estão georeferenciados.
A rede TAXonline por enquanto está disponibilizando dados das coleções da Universidade Federal do Paraná [Coleção Entomológica Pe. Jesus Santiago Moure (Aphidoidea, Coleóptera; Dermaptera; Diptera; Hymenoptera; Lepidóptera; Trichoptera); Coleção Mastozoológica; Coleção de Ascidiacea; e o Herbário do Departamento de Botânica]; da Coleção de Peixes do Museu de História Natural Capão da Imbuia e do Herbário do Museu Botânico Municipal. A Rede TAXonline, na data de hoje, tem 74.858 registros on-line de um total de 3.514.552 disponíveis nas coleções, o que representa cerca de 2% do acervo total. Do total de registros disponíveis on-line, 25.220 (34%) estão georeferenciados.
Em relação a novos desenvolvimentos, destacamos o spLinker, speciesBase e openModeller.
O CRIA está distribuindo às coleções integradas à rede uma nova versão do software spLinker, responsável pelo mapeamento e controle dos dados que são enviados aos servidores regionais. Esperamos com isso aumentar a autonomia das coleções em relação ao controle de seus dados.
speciesBase é um banco de dados para registros taxonômicos genérico desenvolvido em Microsoft® Access. Em linhas gerais o que se procurou desenvolver é um sistema para o registro de dados taxonômicos associado a coletas, que tenha como apoio tabelas secundárias de dados. Sua interface foi desenvolvida com base no BONABIO, banco de informações taxonômicas utilizado pela Universidade Federal do Paraná, desenvolvido pelo Dr. Sionei Ricardo Bonatto e seus campos seguem o modelo de dados Darwin Core (http://splink.cria.org.br/digir/darwin2.xsd). O software está em fase final de testes.
Estamos também, graças ao apoio da Fapesp, trabalhando no openModeller uma ferramenta open source para modelagem estática de distribuição espacial. O projeto está sendo desenvolvido em parceria com a Escola Politécnica da USP e o INPE. O desenvolvimento conta também com a colaboração de voluntários interessados em colaborar. Para quem quiser obter mais informações ou acompanhar os trabalhos em desenvolvimento é só acessar o site http://openmodeller.sourceforge.net .
Dora Canhos
03.11.2004
Relatório Técnico do Projeto speciesLink
Foi encaminhado à Fapesp o
relatório técnico do projeto speciesLink
, referente ao período de outubro de 2003 a outubro de 2004 . O relatório está sendo colocado on-line para a divulgação dos trabalhos e para a análise crítica da comunidade científica.
Dora Canhos
01.10.2004
Reunião de Lançamento da Rede speciesLink
A Fapesp tem a satisfação de convidar a comunidade para a cerimônia de lançamento da Rede speciesLink, que será realizada na sede da Fundação no dia 05 de outubro de 2004, às 10:30. Trata-se sem dúvida alguma de um passo importante para o uso efetivo da informação científica na formulação de políticas e estratégias para a conservação e uso sustentável da biodiversidade.
Dora Canhos
30.09.2004
Reunião das Coleções da Rede speciesLink
Foi realizada nos dias 25 e 26 de agosto pp a primeira reunião das coleções da rede speciesLink. Participaram do evento 62 pesquisadores e técnicos representando 26 coleções biológicas. O evento teve por objetivo apresentar os trabalhos em desenvolvimento e discutir ações futuras da rede speciesLink.
Dora Canhos
11.08.2004
O Herbário Rioclarense (HRCB) IB/UNESP acaba de se integrar à rede speciesLink
O herbário possui cerca de 40 mil exsicatas, principalmente de fanerógamas, com maior destaque para plantas do cerrado e floresta semidecidual da região. Conta também com algumas coleções específicas, como a de Picinguaba (Ubatuba) e de Saibadela (Sete Barras). No momento, são 2593 registros disponíveis na rede.
Dora Canhos
10.08.2004
Indicadores da rede speciesLink
O CRIA pretende lançar uma página com os indicadores que possam auxiliar no processo de acompanhamento e avaliação das atividades do projeto e evolução da rede. A idéia é a criação de processos automatizados de levantamento de dados e disponibilização de sínteses on-line para permitir um acompanhamento transparente por todos os interessados. O primeiro indicador que está sendo lançado é o de
acesso ao sistema on-line
, apresentando os diferentes parâmetros como "hits", "visitas", "páginas" e "sites" ao longo do tempo. É importante ter em mente que a rede speciesLink não foi oficialmente lançada, estando ainda em fase de desenvolvimento e teste.
Dora Canhos
28.07.2004
Análise da rede speciesLink
O CRIA preparou uma breve
análise
da evolução da rede speciesLink em termos do número de coleções participantes, do número de registros on-line e do número de registros georeferenciados. Acreditamos ser importante a divulgação desses dados para uma avaliação crítica por parte das próprias coleções e dos usuários da rede.
Dora Canhos
21.07.2004
Novas coleções integradas à rede speciesLink
Graças ao apoio da Fapesp, quatro novas coleções foram conectadas à rede speciesLink. São elas: a Coleção "Célio F. B. Haddad", do Departamento de Zoologia do Instituto de Biociências, UNESP, Campus de Rio Claro, SP; a Coleção Científica de Anfíbios - Amphibia (DZSJRP), IBILCE/Unesp, Departamento de Zoologia e Botânica, São José do Rio Preto; a Coleção de Chiroptera vinculada ao Departamento de Zoologia e Botânica do IBILCE- UNESP São José do Rio Preto; e, o Herbário Dom Bento Pickel do Instituto Florestal de São Paulo.
Dora Canhos
14.07.2004
Espaço para Notícias
Estamos lançando um espaço para divulgar notícias de interesse à rede
species
Link. Pretendemos anunciar nesse espaço novos lançamentos, eventos, publicações, o desenvolvimento de novas ferramentas e outras notícias de interesse para a disseminação e compartilhamento de dados primários de coleções biológicas do país. Toda sugestão é bem-vinda.
Dora Canhos
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Centro de Referência em Informação Ambiental
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo