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IAL-roedores - Coleção Zoológica de Referência da Seção de Vírus Transmitidos por Artrópodos
Instituto Adolfo Lutz
São Paulo - São Paulo
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acervo   [ consultar ]   [ dataCleaning ]
registros:  total
21000
on-line
12029
georreferenciados
12014
com imagens
0
software
MS-Access
on-line desde
03/02/2005
última atualização
31/10/2005
resumo

A coleção zoológica da Seção de Vírus Transmitidos por Artrópodos foi iniciada em 1965, com intuito de complementar o serviço de campo de vigilância epidemiológica de arbovírus. Ao longo dos anos, a coleção foi se consolidando como referencia na identificação e sistemática de aves e pequenos mamíferos (morcegos, marsupiais e roedores), principalmente do Estado de São Paulo. Após 1993, com o aparecimento de hantavírus, e com sua posterior detecção em diversos Estados da Federação, com o aumento da área de atuação da Seção em outros Estados, em virtude da vigilância de hantavírus, foram acrescidas a coleção importantes series de roedores provenientes de diversos Estados. Atualmente a coleção inclui cerca de 800 pelas de aves, correspondendo a 80% da avifauna do Estado de São Paulo, aproximadamente 200 peles de morcegos, conservadas em via seca ou úmida, representando cerca de 70% das espécies do Estado de São Paulo, cerca de 100 peles de marsupiais, provenientes dos Estados de São Paulo, Goiás e Santa Catarina e 20.000 roedores, provenientes de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Bahia e Distrito Federal. Atualmente é a coleção mais representativa tanto em número de indivíduos como em espécies para a fauna de roedores de Cerrado e Mata Atlântica. A coleção está estruturada para consulta local e os técnicos do Instituto têm auxiliado a identificação de roedores, aves e quirópteros que tenham sido solicitadas a Seção de Vírus Transmitidos por Artrópodos. A coleção tem sido utilizada por profissionais da saúde, no estudo de hospedeiros, na identificação de animais capturados durante os trabalhos de vigilância de viroses e parasitoses, e por profissionais na área de campo, em dificuldade para identificar alguns animais. Alem disso, a coleção ainda conta com dados referentes à cerca de 100.000 aves capturadas e anilhadas. Estes dados incluem espécie, sexo, idade, locais de captura georeferenciados, muda de penas e anilhas, e compõe parte do acervo de informações zoológicas utilizadas durante a vigilância de arbovírus. Estes dados permitem ainda estudar a sazonalidade da presença dessas aves na área estudada, auxiliando a compreensão de fenômenos migratórios e deslocamentos de avifauna.

condições para utilização dos dados

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Centro de Referência em Informação Ambiental, CRIA